terça-feira, junho 30, 2009

PSD/Felgueiras emite comunicado



Com os melhores cumprimentos,
João Sousa



Câmara ignorada na abertura da ligação à auto-estrada!


Finalmente foi aberta a ligação à auto-estrada, no passado sábado. A Presidente de Câmara não teve conhecimento do facto nem a possibilidade de organizar mais uma festa para se promover. Mais uma vez, ficou bem evidente o mal-estar que a Presidente de Câmara causa no Partido Socialista e no Governo.
O PSD tinha alertado para a necessidade da abertura e para o impasse que e verificava, protestou e escreveu ao Primeiro-Ministro. Sempre defendemos que os felgueirenses não têm culpa da falta de credibilidade da autarquia junto do poder central. Todos sabíamos que a ligação estava pronta e que só faltava abri-la. Foram anunciadas datas para a inauguração e imaginadas grandes comemorações. As intenções da Presidente esfumaram-se e foi completamente marginalizada!
Apesar de satisfeitos com a abertura desta importante ligação, não podemos deixar de lamentar o aumento de 30% da portagem Lousada-Felgueiras (o aumento foi de 0,55€ para 0,70€). Mais uma vez, não foram acautelados os interesses dos felgueirenses. A autarquia não tem força reivindicativa e prima por nunca tomar partido em situações que penalizam os felgueirenses.
Com o Governo de costas voltado para Felgueiras, com uma Presidente de Câmara que não defende os seus munícipes, o concelho está completamente isolado. Enquanto o actual executivo estiver à frente da autarquia, os Governantes fugirão de Felgueiras e os interesses do município estarão sempre comprometidos.
Torna-se cada vez mais evidente que a Presidente de Câmara é o maior problema do concelho e empurra-o cada vez mais o para a cauda do desenvolvimento na região. Os felgueirenses precisam de uma Nova Esperança, precisam de um Novo Rumo!

30 de Junho de 2009
PSD Felgueiras

Correio dos leitores: José Carlos Lopes (Lixa) ameaça denunciar traições

TRAIÇÕES? NÃO, OBRIGADO!
Meus caros camaradas, amigos e representanttes de todas as forças políticas:
Andam por aí, algumas pessoas que foram convidadas para assumir certos cargos políticos, mas sei que se preparam para fazer “jogos duplos”. Isto deixa-me revoltado, porque quando se lança um convite a alguém para fazer parte seja do que for é porque se confia nessa pessoa e se espera que tenha uma atitude séria e honesta.
Mesmo com esta revolta, aconselho essas pessoas que ficam na dúvida ponderando a hipótese de uma traição que sejam pessoas sinceras e francas e que não dêem maus exemplos aos jovens que nos observam e que poderão, um dia, querer seguir-nos…
Lembrem-se do velho ditado “A verdade é como o azeite, vem sempre ao de cima”. No que me diz respeito, se vier a ser “traído” denunciarei publicamente essa pessoa, e a todos os que sentirem na pele uma irresponsabilidade destas exorto-os a fazerem o mesmo.
Vamos todos evitar que se repita o que aconteceu há quatro anos atrás, pois ganhar ou perder são situações que coexistem e têm de se saber aceitar. Acima de tudo, o mais importante é servir o Povo e não servir-se dele. Afinal, ninguém está obrigado a submeter-se a um “julgamento eleitoral” e, façam como diz Lisa Engelhardt, “
Aceita a tua natureza humana. Todos nós temos o direito de errar mas não temos o direito de trair!”.

Lixa, 30 de Junho de 2009
José Carlos Lopes

segunda-feira, junho 29, 2009

Michael

Não gosto de fazer elogios fúnebres, mas, na morte de Michael Jackson, gostaria de deixar uma palavra de apreço a este grande artista e músico, apesar de ser uma figura controversa.

Michael é uma figura incontornável, incomparável. Podem dizer que é fruto de parte de uma máquina publicitária bem organizada, mas, mesmo assim, trouxe-nos conceitos novos de estar, trouxe-nos modernidade, movimento, dança, ritmos inovadores e muita criatividade. A sua morte prematura interrompeu uma carreira, mas, acho eu, que a sua obra é agora que está a nascer.

Marília Moreira

sexta-feira, junho 26, 2009

Felgueiras ou paradigma perdido?

Em Felgueiras é proibido falar; só é permitido rir uns dos outros.

Felgueiras é o lugar do mundo onde, na presente década, tudo tem acontecido no plano político, e pelas piores razões!
Entremezes e danças macabras arrastam-se por entre filas de bobos em busca de um lugar ao Sol nos quintais da Corte… A Corte, um poder absolutista, que esmaga pela violência o propósito do Verbo e, quando não consegue fazê-lo, tenta mercantilizar a alma da vítima, que, quase sempre, acaba agradecida pela "permuta dos bens". É que o medo e a veneração são condição sine qua non de nada se questionar, de nada se fazer… para se sobreviver. No século XXI, a democracia é ainda o nosso (de Felgueiras) paradigma perdido.
A poucos meses das eleições autárquicas, já se vê ao perto a figura triste dos bobos, aguerridos a promessas escritas em carros alegóricos de natureza carnavalesca. Venderiam, se preciso, a alma do pai ou da mãe…
Gente sisuda por dentro e risível por fora! Se não fossem eles, não teríamos motivo para, de tempos a tempos, darmos as nossas indispensáveis gargalhadas - tão salutares ao organismo. Afinal é para isso que servem os bobos!

quinta-feira, junho 25, 2009

Teatro na Longra pela "EB 2,3 D. Manuel Faria e Sousa" | Vestígios arqueológicos de Sernande é tema de uma das peças

Clique na imagem para ver melhor

Realiza-se, este sábado – dia 27 de Junho -, pelas 21,30 horas, mais uma edição do IV Encontro de Teatro (2009) da Casa do Povo da Longra (CP Longra), na Sala de Espectáculos da associação, festival que, neste momento, ainda está na “fase de escolas”.
Desta vez a turma H do 5. Ano da Escola EB 2,3 D. Manuel de Faria e Sousa, com a ajuda de turmas do 6.º Ano, vai representar a peça “A Nova Aldeia de Tlaco”, cuja adaptação e encenação pertence a Sílvia Ramalhosa Pinto. A dramatização, feita por João Antunes e Jorge Araújo, baseia-se no conto infantil “A Aldeia de Tlaco”, escrito a partir dos vestígios arqueológicos encontrados durante as escavações realizadas no monte da Cimalha, da freguesia de Sernande, aquando da construção da A11/IP9. Os vestígios aí recolhidos deram a conhecer a existência de um povoado, atribuído à Idade do Bronze, ou seja, datável de entre o III e o II milénio a.C. A área escavada revelou a existência de três núcleos: um habitacional, outro de armazenagem (silos) e um terceiro de enterramento (necrópole).
Após um intervalo, a turma J do 6.º Ano representará o trabalho produzido e encenado por Lúcia Faria “ Conhecer o Passado para Preparar o Futuro – Não Esquecer as Liberdade do 25 de Abril”. Esta dramatização foi encenada no dia 24 de Abril deste ano, no âmbito das comemorações do 35.º aniversário da Revolução dos Cravos na EB 2/3 D. Manuel de Faria e Sousa.
Recorde-se que este Encontro de Teatro é promovido pela CP Longra e, pelo segundo ano consecutivo, organizada juntamente com a Escola Secundária de Felgueiras, com o “pésnalua.teatro” e com o Grupo da Paróquia da Pedreira, entre outras entidades.
O evento, que não conta com apoios oficiais, este ano, obteve patrocínios da Caixa Agrícola de Felgueiras e da Fábrica de Calçado Codizo, recebendo ainda a colaboração das Juntas de Freguesia de Rande, Pedreira e Sernande.
Os bilhetes têm o módico preço de € 1 por pessoa ou € 2,5 por cada grupo familiar (pai, mãe e filhos).

quarta-feira, junho 24, 2009

Convite - Centenário de Vasco de Carvalho

Caro José Carlos Pereira:
Aqui lhe envio um convite, e um pedido de divulgação, para uma iniciativa que creio muito justa.
Saudações Cordiais
Luís Carvalho
Nota do editor do DF:
O DIÁRIO DE FELGUEIRAS agradece o convite formulado e está solidário com esta homenagem, que considera verdadeiramente justa.
Vasco Carvalho, que o temos como um grande senhor e de causas sinceras, tem sido, infelizmente, ignorado por aqueles que têm a responsabilidade de escrever a memória do Portugal do século XX, mormente o do longo período de resistência ao Estado Novo. Antigo líder do PCP, mesmo depois de morto, está a pagar a factura de ter sido um marxista convicto, que muito desagradava os poderes do antigo regime, mas também por ter sido comunista anti-estalinista. Foi expulso do PCP, em 1940, por suspeitas de "traição", "provocação" e "por ser um infiltrado da PIDE", e só foi reabilitado em 1997... 57 anos depois!
Vasco Carvalho
morreu em 2006
com 97 anos
No dia em que completaria 100 anos de idade, Vasco de Carvalho será homenageado num colóquio com São José Almeida (jornalista), José Hipólito dos Santos, Eugénio Mota e Isabel Rebelo (antigos companheiros de Vasco de Carvalho) e Luís Carvalho (investigador e organizador).

Quinta-feira, 25 de Junho de 2009, pelas 18,30 horas.

Biblioteca Museu República e Resistência (Espaço Cidade Universitária)

Natural de Alcântara, Lisboa, filho e neto de revolucionários republicanos, Vasco de Carvalho foi obrigado a passar à clandestinidade em 1934, por ter denunciado o assassinato pela polícia do operário Manuel Vieira Tomé, da Marinha Grande.

Assumiu a liderança da Secção Portuguesa do Socorro Vermelho Internacional, entre 1936 e 1939, e depois do Partido Comunista Português, entre 1940 e 1942, até ser capturado pela PIDE. Esteve preso no Aljube, em Caxias e em Peniche.

Continuando a lutar contra a ditadura, apoiou as candidaturas de Norton de Matos e Humberto Delgado, esteve na direcção do Boletim Cooperativista, fundado por António Sérgio, e foi presidente do Ateneu Cooperativo/Fraternidade Operária de Lisboa, que seria encerrado pela PIDE em 1972.

Foi um dos autores do livro dirigido por António Sérgio, "O Cooperativismo: Objectivos e Modalidades".

Depois do 25 de Abril de 1974 foi presidente da Associação dos Inquilinos Lisbonenses.

Vasco de Carvalho destacou-se igualmente a nível profissional, como engenheiro electrotécnico. Participou na criação do Instituto de Soldadura e Qualidade, foi dirigente da Associação Portuguesa de Manutenção Industrial e docente na Universidade Nova de Lisboa.

Quando estava preso em Peniche, Vasco de Carvalho foi expulso do PCP, sob a falsa acusação de ser um provocador ao serviço da PIDE. Esta calúnia perseguiu-o o resto da vida e só muito tardiamente foi reconhecida como erro grave.

Vasco de Carvalho faleceu aos 97 anos de idade fiel às suas convicções, assumindo-se até ao fim como um marxista-leninista anti-estalinista.

Link relacionado, no DF: "Vasco Carvalho - morte de um grande senhor" (24 de Agosto de 2006) - Clique aqui

terça-feira, junho 23, 2009

Coligação Nova Esperança (PSD/CDS)

Foi hoje formalmente assinado o acordo pré-eleitoral entre as estruturas locais do PSD e do CDS para a constituição da "Coligação Nova Esperança", entre os dois partidos, com vista à disputa das próximas autárquicas em Felgueiras.
Inácio Ribeiro, do PSD, é o candidato da coligação à presidência da Câmara, enquanto Paulo Rebelo, do CDS, é o cabeça-de-lista à Assembleia Municipal.
A candidatura será oficialmente anunciada no próximo dia 3 de Julho, em local ainda a designar.
Inácio Ribeiro
Candidato da coligação à Câmara

Paulo Rebelo
Candidato da coligação à Assembleia

segunda-feira, junho 22, 2009

Cós descaído

José António Saraiva,
SOL - "Política a Sério",
20 de Junho de 2009.
Um destes dias sentou-se na esplanada à minha frente uma mulher relativamente nova, nem gorda nem magra, com bom aspecto – mas que, numa observação mais atenta, revelava uma gordura anormal à volta da cintura, como se usasse uma bóia debaixo da blusa.
Essa gordura retirava-lhe todo o encanto. Percebi então que aquele inestético ‘pneu’ era provocado pelo cós demasiado descaído das calças – que lhe pressionava o ventre, evidenciando a gordura acumulada na zona da cintura.
É evidente que aquela mulher, se tivesse umas calças ‘normais’, mais subidas, teria uma silhueta muito mais elegante.
Um rapaz caminha na rua à minha frente de pernas completamente abertas, parecendo aqueles militares que marcham atirando os pés para os lados. Estranho o andar. Percebo a seguir que ele anda assim para as calças não lhe caírem. O rapaz usa-as abaixo do traseiro (tapado por uma t-shirt muito comprida), portanto num local do corpo onde as calças não têm sítio para se segurar.
De dez em dez passos o jovem puxa as calças para cima com as duas mãos, enquanto continua a andar de pernas muito abertas e com alguma dificuldade, porque o cós descaído prende-lhe completamente os movimentos.
Uma empregada de um café onde às vezes tomo a bica ao fim da tarde agacha-se para apanhar um papel do chão – e fica com parte das nádegas (e o fio dental) a descoberto. A rapariga certamente não se apercebe da figura que faz, nem eu posso obviamente dizer-lho sem parecer atrevido. A culpa é das calças – que, demasiado justas e abotoadas muito abaixo da cintura, se tornam indiscretas em certas situações.
Em crónica anterior falei de um facto absurdo do nosso tempo: venderem-se calças rotas impecavelmente novas. Ou seja, as empresas fabricam calças normais – e depois rompem-nas deliberadamente para terem um ar gasto, usado, vivido. Assim, as calças rotas são mais caras do que as outras – porque têm todo o trabalho que as outras têm, mais o trabalho de as romperem.
Aproximadamente em simultâneo com as calças rotas surgiram no mercado as calças com o cós descaído, ou seja, que não se apertam na cintura, apoiadas nas ancas, mas a meio dos quadris, num lugar indefinido onde não há nada que as segure no sítio.
Atrevo-me a dizer que esta invenção do cós descaído é ainda mais descabida do que a das calças rotas. Porque destas não resultava incómodo para o utilizador. Era estúpido usar calças rotas ‘de propósito’, mas o nonsense ficava por aí. Ora o cós descaído causa (suponho eu) a quem as usa uma incómoda sensação de andar com as calças a cair.
Não tendo eu a preocupação obsessiva de ‘estar à moda’, percebo as pessoas que a têm. Mulheres ou homens. E até percebo que para isso façam sacrifícios. Que se sacrifiquem para andar bem vestidas e parecerem mais elegantes. Compreendo, por exemplo, que as mulheres façam às vezes equilibrismo em cima de saltos altos – porque é indiscutível que os saltos altos tornam as pernas mais elegantes. Ou suem as estopinhas para vestir calças justas. Ou usem espartilhos para adelgaçar a silhueta.
Tudo isso percebo.

O que não percebo é as pessoas fazerem sacrifícios... para ficarem com pior aspecto. Ora é isso que acontece com os cós das calças descaídos.
O problema é mais grave em Portugal, porque os portugueses e as portuguesas em geral não são altos, muitas vezes são atarracados, têm pernas curtas. Assim, o que os beneficia é naturalmente tudo o que os faça mais esguios e torne as pernas mais altas. Ora as calças largas e descaídas produzem o efeito contrário: fazem as mulheres e os homens ainda mais atarracados.
E isto para não voltar a falar do inestético ‘pneu’.
Como se compreende que os criadores de moda não o vejam? Como se percebe que os clientes não se observem ao espelho e comprem roupa que os desfeia, que lhes realça os pontos fracos, que os torna deselegantes?
A moda fez-se para valorizar o aspecto ou para o prejudicar?
Durante décadas, as pessoas dividiam-se em duas categorias: aquelas que caprichavam em brilhar pela indumentária e as que preferiam a roupa confortável.
As primeiras tinham algum trabalho com isso. No campo feminino, salientavam-se as mulheres produzidas, de cabelo arranjado e unhas pintadas, saltos altos e saias curtas, roupa justa ao corpo desenhando a silhueta. Este tipo de mulher teve em Marilyn Monroe o seu arquétipo mais luminoso. Aos homens que gostavam de vestir bem e dar nas vistas dava-se o nome de dandies. Nos anos 50 usavam o cabelo penteado com brilhantina, bigode fino, chapéu e bengala na mão, fatos assertoados, sapatos de duas cores. Clark Gable fez este tipo de galã. Mas houve muitos outros exemplos.
Nos anos 60 verificou-se um movimento de contestação a estes paradigmas de beleza, rejeitando a mulher-objecto e o homem macho-conquistador, valorizando-se ao mesmo tempo o conforto e o lado prático da indumentária. O movimento hippie criou então roupas largueironas, ignorando deliberadamente as formas do corpo, divulgou os sapatos rasos (ou as sandálias), adoptou os cabelos descuidados.
A novidade dos tempos que correm é ver pessoas escravas da moda que usam roupa que lhes fica mal – e que ainda por cima é desconfortável e incómoda.
Isto é que não faz nenhum sentido.
Ser escrava ou escravo da moda para se valorizar, compreende-se. Rejeitar a moda em nome do lado prático e informal da vida, também se compreende. Mas ser-se escravo da moda para acentuar o ‘pneu’, para tornar as pernas mais curtas e a silhueta mais atarracada, para usar roupa que não se adapta ao corpo e dificulta o andar, isso é que não se percebe de todo.
Ou melhor: é sinal de um tempo que parece ter-se esgotado – e agora se compraz no absurdo, naquilo que não faz sentido à luz da lógica mais elementar. E as pessoas estão de tal modo anestesiadas que já não se dão conta disso – fazendo sacrifícios e gastando dinheiro para se apresentarem publicamente em tristes figuras.

quinta-feira, junho 18, 2009

Morreu José Calvário

Faleceu o maestro José Calvário, com 58 anos de idade. Encontrava-se gravemente doente desde Novembro passado.
José Calvário, natural do Porto, é um dos grandes nomes da música portuguesa, tendo deixado uma obra incomparável. Tornou-se mais conhecido por o ser o autor de músicas de diversas canções, como, por exemplo, "E Depois do Adeus" (canção vencedora do Festival da RTP em 1974, que veio a ser uma das canções emblemáticas do 25 de Abril) "Flor sem Tempo" e "Festa da Vida". Calvário entrou, ainda, em arranjos musicais de Zeca Afonso e Adriano Correia de Oliveira, entre outros artistas.

O Festival da Canção de 1974. Nas fotografias: Carlos Mendes, Tonicha, Fernando Tordo, José Carlos Ary dos Santos, e os compositores José Nizaa e José Calvário. (Revista "Gente", Janeiro de 1974. Fonte: Ilustração Portuguesa).





"E Depois do Adeus", cantada por Paulo de Carvalho,
vencedor do Festival da Canção da RTP 1974.
Uma das canções emblemáticas do 25 de Abril.

Processo do futebol