quarta-feira, abril 29, 2009

Pequeno excerto da Longra


Eis um pequeno excerto do espectáculo inaugural (dia 24) das comemorações do 70.º aniversário da Casa do Povo da Longra, actos festivos que se prolongaram até domingo último.

O evento, intitulado "Era Uma Vez... o 25 de Abril (de 74)", terminou com a actuação de Hélder Bento e Ângela Silva (da Escola ArtMusic, da Lixa), que interpretaram magistralmente a "Grândola, Vila Morena".

"O Senhor Valéry" no Teatro da Vilarinha (Porto), pelo Pé de Vento | 1 a 30 de Maio


O Pé de Vento estreia O Senhor Valéry no próximo dia 1 de Maio, às 21h45. Um espectáculo encenado por João Luiz, a partir do texto de Gonçalo M. Tavares. Em cena no Teatro da Vilarinha até 30 Maio.
O Senhor Valéry era pequenino, andava sempre a pé, vestia sempre de negro. Tinha medo da chuva, tinha uma casa sem volume onde passava férias e um animal doméstico que nunca ninguém tinha visto. Não gostava da sua sombra, não gostava de competir, era perfeccionista. Era distraído: não confundia a mulher com um chapéu, com sucedia com algumas pessoas, mas confundia o chapéu com o seu cabelo. Conhecia apenas duas pessoas: a pessoa que ele era, nesse exacto instante, e aquela que ele tinha sido, no passado. Era casado com um ser ambíguo, como ele próprio dizia. Dele, dizia ela: Nunca eu pude apoderar-me dos seus olhares. Ele é tão estranho! Na verdade nada se pode dizer dele que não seja inexacto no mesmo instante! Eu gosto dele assim. Por muito estranhamente casada que eu seja, sou-o com conhecimento de causa. Vivemos bem instalados, cada qual no seu absurdo.
O Senhor Valéry
é, porventura, o texto que revelou Gonçalo M. Tavares, cujo reconhecimento lhe mereceu a atribuição do Prémio Branquinho da Fonseca (da Fundação Calouste Gulbenkian e do jornal Expresso). Foi o primeiro, em 2003, outros prémios se seguiram.
O Senhor Valéry está na origem do conjunto de Senhores que formam O Bairro, de entre os quais o Pé de Vento estreou em 2007 O Senhor Juarroz. Agora, com O Senhor Valéry, o queremos continuar a dar a conhecer ao nosso público Gonçalo M. Tavares, um autor que tem uma maneira inusitada de olhar para as coisas, de apreender o mundo como anomalia. É um olhar que, em vez de tornar as coisas imediatamente presentes, procede por tentativas que são sempre da ordem da linguagem, (…) lógica das palavras, composição e descomposição do sentido.
Ficha técnica
O Senhor Valéry
Texto: Gonçalo M. Tavares
Encenação: João Luiz
Cenografia: João Calvário e Rui Azevedo
Figurinos: Susanne Rösler
Desenho de luz: Rui Damas
Música: Pedro Junqueira Maia
Vídeo-animação: Hugo Valter Moutinho
Interpretação: Anabela Nóbrega e Rui Spranger

O espectáculo está classificado para maiores de 10 anos e tem duração de cerca de uma hora. Estará em cena de 1 a 30 de Maio, sextas-feiras às 21h45 e sábados às 16h00 e 21h45, para o público em geral, e de 3ª a 6ª feira, às 11h00 e 15h00, para o público escolar.

Preço dos bilhetes: 10€; 5€ (<25>65 anos), 3,40 (grupos).

Longra viveu três dias de festa nas comemorações dos 70 anos da Casa do Povo


Foram três dias de intensa actividade cultural os que assinalaram – de sexta-feira até domingo último – a passagem do 70.º aniversário da Casa do Povo da Longra (CP Longra), prestigiada instituição do concelho, criada em 26 de Abril de 1939 por despacho ministerial, nos alvores do Estado Novo.
A população da Vila da Longra aderiu às comemorações e a todo aquele ambiente de festa, bem como pessoas do resto do concelho e outras de fora de Felgueiras. Por exemplo, o “Círculo de Arte e Recreio”, de Guimarães, fez-se representar nos eventos comemorativos, expressando, assim desta forma, o seu apreço e solidariedade para com a associação da Longra, que vai fazendo as suas actividades, segundo os seus dirigentes, praticamente, sem apoios oficiais, a não ser as três juntas de freguesia que compõem aquela Vila – Rande, Pedreira e Sernande. A nível de apoio particular para estas comemorações, a Casa contou com patrocínios da Caixa Agrícola e da Fábrica de Calçado Codizo, bem como a colaboração da Associação José Afonso (AJA), mercê de um protocolo, do Conservatório de Música de Felgueiras e da Escola ArtMusic (Lixa), entre outras entidades.
Adão Coelho e Gonçalo Magalhães, presidentes da Direcção e da AG, respectivamente, referem ao nosso jornal: “felizmente, foi possível levarmos a efeito estas comemorações com o esforço e sacrifício dos mais de 100 agentes culturais da Casa, bem como de entidades particulares e associativas do concelho e outras até a nível nacional. Por termos pouco dinheiro, somos obrigados a gerir a promoção dos eventos com inteligência e sentido de partilha de ideias e de iniciativas. Mesmo assim, as entradas para os espectáculos foram gratuitas”.
Assim sendo, as comemorações tiveram início na sexta-feira, à noite, com uma sessão cultural em que intervieram a Escola ArtMusic e o PésnaLua.teatro. No sábado, houve lugar a um espectáculo, alusivo ao 25 de Abril de 74, “O Canto de Intervenção”, em que actuaram um grupo musical da AJA, composto por Gabriela Marques, Ana Afonso, Paulo Esperança, Ana Ribeiro, Miguel Marinho, Fernando Lacerda, Paulo Veloso e Eduardo Pinheiro. Intervieram ainda, neste espectáculo, o cantor Tino Flores, com Luís Almeida e Paulo Rodrigues.
No domingo, logo pelas 9,30 horas, houve lugar, na igreja de Rande, a uma homenagem aos associados da Casa já falecidos, com a celebração de uma missa, seguindo-se sessões de ginástica ao ar livre no largo da Junta de Freguesia. A festa foi retomada pelas 15 horas, na Sala de Espectáculos, em que actuaram as mais diversas valências e entidades colaboradoras da associação (folclore, teatro, fados, cavaquinhos, dança, entre outras). Joaquim Santos Pinho falou da história da CP Longra no contexto social, político e económico do surgimento das Casas do Povo na primeira metade do século XX. Tendo ali sido lembrado Camilo Fonseca, antigo dirigente da Casa, entre 1962 e finais dos anos 70, já falecido, o acto contou com a presença e a intervenção da sua filha, Fátima Fonseca, que agradeceu o gesto sentido de homenagem. Intervieram ainda os párocos Manuel Joaquim Ferreira e Abílio Barbosa, bem como os presidentes da Junta de Freguesia de Rande, Pedreira e Sernande. A todos, foi-lhes entregue a medalha do septuagenário da associação, bem como a todas as entidades que colaboraram e aos responsáveis das diversas valências e grupos protocolados.
No final, apagaram-se as 70 velas do bolo de aniversário, seguindo-se um convívio no largo da Junta.

sábado, abril 25, 2009

25 de Abril - o que faz falta

Paulo Esperança (*)

A 25 de Abril de 1974 o capitalismo português estava numa encruzilhada de difíceis opções. Incapaz de continuar a resistir ao ostracismo que a comunidade internacional lhe impunha, considerava-se limitado para fazer expandir a sua voracidade de negócio extra-muros. Internamente, a política de “se quereis um povo forte e humilde dai-lhe fome” também não garantia a estabilidade necessária à prossecução dos seus objectivos.
A miséria “honesta” glorificada nos filmes de propaganda da Mocidade Portuguesa e do SNI já não colhia muitos adeptos. “Uma casa portuguesa”, Amália e Eusébio, “amendoeiras em flor”, “Fátima terra de fé”, “forcados e festa brava” já não significavam garantia de entrada de capital provindo do investimento estrangeiro.
O capitalismo português estava condicionado pela política do garrote. As suas regras de concorrência não tinham interlocutores nem consumidores, alimentavam-se autofagicamente da luta entre os vários grupos monopolistas amancebados com o regime. A repressão desenfreada, a sobrelotação das prisões políticas, a pobreza e a fome, as guerras coloniais não optimizavam a imprescindível paz social.
Para o capitalismo português, o marcelismo – derradeira esperança regeneradora – viria a representar uma oportunidade perdida – definitivamente a última.
Havia, portanto, que fazer algo ou aceitar que as coisas tinham de mudar.
Nascia, finalmente, “o dia inteiro e limpo”!
No écran do país passava um filme que não era suposto constar do programa mas que estava mesmo a acontecer.
O capitalismo português coçava-se na cadeira, olhava de soslaio, cofiava o bigode. “Inexplicavelmente” um povo até aí relativamente ordeiro e mudo extravazava as suas “competências” lançando-se numa panóplia de reivindicações imprevisíveis.
As fábricas passavam a ter outros métodos de direcção e produção, muitas terras foram parar à mão de quem as trabalhava, as casas vazias serviam de habitação a gente vinda das “ilhas”e das barracas, as escolas elegiam alunos e funcionários para os seus órgãos representativos. Os sindicatos radicalizavam-se, surgiam comissões de, trabalhadores, moradores, camponeses, soldados e marinheiros, a cantiga era uma arma, o povo unido jamais seria vencido.
Como sempre, o capitalismo não estava a dormir.
A “vingança serve-se fria”: investir tacticamente na razoabilidade e em quem pudesse controlar os excessos era a solução circunstancial para fazer crescer harmonicamente o novo regime.
Passado o medo inicial resultante da constituição de governos provisórios que misturavam gente “reconvertida”, comunistas seculares e democratas republicanos, o capitalismo português percebeu que a criação duma filosofia de apostas em vários “jokers” seria a melhor forma de atingir o seu desiderato.
Mário Soares e Frank Carluci, PCP “versus” esquerda radical, Sá Carneiro e Freitas do Amaral a aguentarem os saudosos do que tinha acabado. Pelo meio, os restos da “brigada do reumático” arvorados em militares democratas.
Estavam criadas as infra-estruturas mínimas para não deixar que o “barco descambasse”.
E não descambou!
O futuro já não era agora e depressa foram fechadas as “portas que Abril abriu”!
Apesar dos sonhos perdidos, das esperanças defraudadas ou do revanchismo dos vencedores não se pode dizer que esta região do mundo está, em absoluto, pior que antes de 1974.
É certo que já não há presos políticos e torturas policiais….mas de vez em quando ainda se dão uns tiros para o ar que, geralmente, acertam em “pretos” ou “ciganos”.
É verdade que nas últimas três décadas a economia portuguesa foi das que mais cresceu na média europeia…apesar da sua evidência ser a crise anunciada!
Os “sem-abrigo” foram reconhecidos oficialmente como sector social de risco e em invernos gélidos são-lhes postas à disposição tendas para dormirem ao relento em melhores condições.
O uso das comunicações democratizou-se - Portugal tem a maior taxa europeia de penetração de telemóveis … e também de acidentes de trabalho.
Muita gente carenciada desfruta do Rendimento Social de Inserção… e a “sopa dos pobres” têm cada vez mais clientes.
Enquanto as condições de vida procriavam miséria e desigualdades em muita gente o capitalismo português, sem precisar de esperar pelo “fim do filme”, ia reconstruindo o seu império desta vez em democracia e no respeito pela legalidade.
Tudo emoldurado com os princípios farisaicos de que … é preciso “padecer hoje para ser feliz amanhã”… “melhores dias virão”… e ”não há mal que sempre dure”!
O “assim na terra como céu” … ficava para depois!
No país do oásis convenceram-nos que a culpa do deserto árido é de todos, ou seja, não é de ninguém!
Este disco de “lenga-lenga” está riscado há trinta e cinco anos!
Mesmo assim, apesar do “vira o disco e toca o mesmo” o poder de Estado tem sido, neste trinta e cinco anos, notável na recuperação que faz dos seus objectivos, dos seus valores, dos seus métodos e das suas conquistas.
A exploração capitalista passou a ser justificável como forma de compensação à ousadia de investimento. A imbricação dos trabalhadores com a produtividade é vista como imprescindível para que os empresários não fechem as fábricas e possam garantir – muitas vezes fora de horas - o mínimo de salários para quem vende a sua força de trabalho. O controle da vida pessoal dos trabalhadores, incluindo a cronometragem das suas necessidades fisiológicas, passou a ser apresentada como forma de despistar os madraços. Os avultados lucros, a especulação bolsista, o locupletamento à custa da mais-valia produzida, os sinais ostensivos de riqueza são naturalmente tolerados como prémio a que os vencedores têm direito pela sua capacidade de arriscar.
O poder legislativo e executivo implementam estas atitudes e favorecem-nas com medidas que em muitos países da Europa são já arqueologia.
O “sol passa a pôr-se à meia-noite” para que o Código do Trabalho possa aliviar a folha de salários de quem pretende proteger despedindo e saneando à “tripa-forra”.
Se a saúde “vai mal” oferecem-se chorudos negócios à iniciativa privada à custa do sacrifício no Serviço Nacional de Saúde (SNS). Os bancos e as grandes multinacionais aproveitam a “terra de ninguém” para se apropriarem da riqueza produzida em troca dumas míseras centenas de euros que pagam de IRC não se coibindo de vigarizar as contas para declararam a sua potencial insolvência e porem o “pessoal” a contribuir para as suas “melhoras”.
Os “pobres que paguem a crise” tem sido a criadora inovação do poder que lhe juntou também o que consuetudinariamente se chama “classe média”.
O desespero perante tamanhas iniquidades, a nostalgia salutar de Abril, a raiva sentida contra a injustiça, “os gordos a engordarem cada vez mais”, tudo isto faz com que, amiúde, a esperança seja derradeira e o virar de costas assuma carácter de dignidade.
Mas ninguém de boa-fé se sente humanamente reconfortado ao ver que “quem se lixa é sempre o mexilhão”!
Por isso as coisas podem mudar!
Há trinta e cinco anos esta região do mundo viveu um sonho que - sem embargo dos pesadelos que lhe sucederam - ninguém consegue iludir. Esse sonho baseava-se na rejeição do que ficara para trás e na perspectiva do que poderia ser um futuro diferente. Esse sonho foi sorrateiramente – mais tarde, às escancaras – vilipendiado e ofendido. Esse sonho partia dum princípio que deve reger os seres humanos de “boa vontade”: é preciso fazer o que faz falta!
A vida política portuguesa ao longo destes últimos trinta e cinco anos foi-se adaptando aos possibilismos retirando do imaginário colectivo a luta pelas utopias. Os próprios arautos da revolução foram-se rendendo em nome de estratégias de aproximação ao Poder. O Estado, entretanto, aproveitava e assumia o seu papel natural de patrão autocrático secando alternativas e silenciando propostas.
Hoje não há lugar para “ meias tintas”: ou se desiste ou se luta pelo que faz falta!
A democracia representativa foi construindo paulatinamente a sua “galinha dos ovos de ouro”. Nos períodos pré-estabelecidos e só nesses, convoca o público para o ringue. Em vez de lhe dar porrada como no resto do tempo oferece-lhe esferográficas e bonés, bandeiras e porta-moedas. Cumprimenta-o fraternalmente e até aceita ser tocada numa qualquer feira semanal. Em situações de crise de confiança oferece frigoríficos e electrodomésticos variados. Depois, umas “lágrimas de crocodilo” assemelhando-se a autocrítica comovem o coração dos renitentes enquanto umas promessas de aumento nas pensões fazem o resto.
O povo votou, o “juiz” decidiu, está decidido. O seu corpo está vivo porque a “sua menina dos olhos” funcionou. O espectáculo tem de continuar, agora só nos bastidores.
Nesta fase do “campeonato”, confrontar o poder – e os esquemas partidários que nele vivem, independentemente das sazonais discordâncias - com o desprezo perante este tipo de encenações poderá constituir uma boa forma de fazer demonstrar que Abril de 74 não aconteceu para só certificar embustes.
O primeiro grande embuste a desmascarar será o paradigma do seu órgão vital – a sua “menina dos olhos” - as suas eleições evidenciando o que se faz com um simples acumular de votos.
A seguir, o corpo nascido desse acumular de votos realçando que a representatividade não significa delegação e só é escrutinável “nas épocas de caça”.
Esta denúncia, esta vontade de “ver o rei nú” merece ser publicamente assumida como bandeira.
É tempo de, organizadamente, afirmar que nem sempre tem de ser como o poder quer. É possível fazê-lo confrontar com as consequências e mistificações do seu próprio discurso.
As forças que enjeitam a intervenção institucional agindo sozinhas só têm que deixar de lado o conceito isolacionista de “no meu quintal mando eu” sabendo discernir qual o principal alvo a contraditar.
Para que não andemos mais trinta e cinco anos “a ver se vemos o caminho a percorrer entre o Abril que fizemos e o que está por fazer”.
(*) Paulo Esperança, natural e residente no Porto, activista político e partidário antes e depois do 25 de Abril de 74, hoje está ligado ao associativismo de intervenção cívica e cultural. Por exemplo, faz parte da Audiência Portuguesa do Tribunal Mundial sobre o Iraque.
Profissionalmente, é funcionário público.

sexta-feira, abril 24, 2009

Este sábado, dia 25, na Casa do Povo da Longra

Dia 25 de Abril, pelas 21,30 horas

CASA DO POVO DA LONGRA
Vila da Longra - Felgueiras


Evento integrado nas comemorações do

70.º aniversário da Casa do Povo da Longra


"O Canto de Intervenção",
com o grupo da AJA Norte, Tino Flores, Luís Almeida e Paulo Rodrigues.
INSCREVA-SE NO JANTAR "CONVIVER EM LIBERDADE"
antes do espectáculo, pelas 19,30 horas, dia 25.
Preço: 7,5 cravos


19,30 horas, Restaurante Juventude, "Jantar Conviver em Liberdade" (aberto a toda a gente; inscrição prévia. Preço: 7,5 cravos.

21,30 horas - Sala de Espectáculos: concerto “O Canto de Intervenção”
Actuação da Associação José Afonso - Núcleo do Norte (Gabriela Marques, Ana Afonso, Paulo Esperança, Ana Ribeiro, Miguel Marinho, Fernando Lacerda, Paulo Veloso e Eduardo Pinheiro), bem como o conhecido cantor de intervenção Tino Flores, com Luís Almeida e Paulo Rodrigues.

quarta-feira, abril 22, 2009

Sondagem BE


Depois das sondagens que o DF efectuou a perguntar quais as figuras mais indicadas para encabeçaram as listas do SP, PSD, PS e CDU à Câmara Municipal nas autárquicas de 2009, hoje é a vez de colocarmos a referente ao BE.

O DF tem a informação de que a lista do Bloco deverá ser integrada por jovens, maioritariamente. De forma que Joaquim Santos Pinho e Armanda Sousa, professores do ensino secundário, não deverão fazer parte da candidatura. Em vez disso, a aposta do partido em relação a estes dois militantes poderá passar pela lista à Assembleia Municipal.

Depois de informações que solocitámos ao BE Felgueiras, foi-nos indicado que o cabeça-de-lista ao órgão executivo - a Câmara - poderá ser escolhido entre os seguintes militantes:


Anabela Dias (residente em Idães)

António Jorge Silva (bancário, residente em Margaride)

Bruno Mendes (Margaride)

Carla Isabel Morais (Várzea)

Marília Moreira (funcionária de um escola, ex-publicitária do "Semanário de Felgueiras", moradora em Varziela)

Milton Brochado (advogado, da Lixa)

Pedro Machado (licenciado em Engenharia e residente em Margaride)


A sondagem encrrada no dia 6 de Maio, por volta das 13 horas.

Abril: Ontem e Hoje


Otelo Saraiva de Carvalho, Marques Júnior e Manuel António Pina estiveram ontem à noite em Lousada, para debaterem "Abril: Ontem e Hoje".
Numa iniciativa do Teatro Jangada, o Auditório Municipal esteve, praticamente, cheio.