terça-feira, março 31, 2009

PSD/Felgueiras emite novo comunicado, desta vez sobre a Escola EB 1 de Moutelas

COMUNICADO
Escola E.B. 1 de Moutelas

Na semana passada, a paciência de Pais e Encarregados de Educação dos alunos que frequentam a escola de Moutelas esgotou-se. Há vários meses que tinha sido dado o alerta dos maus cheiros e com o passar do tempo torna-se cada vez mais evidente que há um problema grave de saúde pública nesta escola.
O PSD manifestou toda a solidariedade possível e responsabiliza a autarquia pela actual situação. Ainda na última Assembleia Municipal de Fevereiro, o PSD alertou para os deficiências nas obras em várias escolas e demonstrou particular preocupação para com o a situação da Escola de Moutelas.
A Presidente de Câmara demonstrou falta de coragem política em não assumir publicamente a resolução de um problema que coloca em risco a saúde de centenas de alunos e de profissionais que trabalham nesta escola. Com vontade e algum investimento seria possível resolver esta situação.
A autarquia tem a obrigação de agir com a máxima urgência e de parar de sacudir “a água do capote”. Em período de férias escolares e no dia em que a autarquia vai realizar mais uma reunião com a Associação de Pais, o PSD exige que a Sr.ª Presidente de Câmara actue rapidamente e que não poupe para resolver este problema. Se há dinheiro para promoção da Presidente de Câmara, para ciclismo e para melhorar o conforto dos gabinetes da presidência, ampliando-se a câmara, exigimos que também haja dinheiro para a Escola de Moutelas.

31 de Março de 2009
PSD Felgueiras

PSD/Felgueiras emite comunicado

COMUNICADO
Governo de costas voltado para Felgueiras

Há muitos anos que o Governo está de costas voltado para Felgueiras. No actual mandato é óbvio o mal-estar que a Presidente de Câmara causa no Partido Socialista.
Na semana passada estiveram no concelho dois ministros do actual Governo: Manuel Pinho (Economia) e Maria de Lurdes Rodrigues (Educação) A autarquia foi ignorada e posta à margem destas visitas.
No passado, os ministros vinham a Felgueiras em autênticas romarias, actualmente “fogem a sete pés” de um encontro com a Presidente de Câmara.
O PSD Felgueiras já vem alertando há muito tempo que o concelho está isolado devido a uma presidente de câmara que perdeu toda a credibilidade. Os maiores prejudicados são os felgueirenses! Enquanto o actual executivo estiver à frente da autarquia, já percebemos que os Governantes irão evitar Felgueiras e os interesses do município serão comprometidos devido a uma presidente politicamente incómoda.
Numa semana particularmente importante para os empresários do concelho, Fátima Felgueiras primou pela ausência – provavelmente por falta de convite e certamente por falta de vontade em que estivesse presente. Dois dias depois, após a educação ter sido um tema quente devido à escola de Moutelas, Fátima Felgueiras esteve mais uma vez ausente, não sendo considerada como parceira numa visita da ministra da tutela cujo tema principal foi a sobrelotação das escolas.
A Presidente de Câmara não faz parte da resolução dos problemas do concelho! Trata-se antes do maior problema do concelho e a sua teimosia em manter-se à frente da autarquia, mesmo sem condições políticas para continuar, está a afundar cada vez mais o concelho, a credibilidade e o seu desenvolvimento.
Por isso, o PSD/Felgueiras repete o que já disse várias vezes: Queremos à frente dos destinos do nosso concelho, gente disponível e com vontade de dar aos felgueirenses uma terra melhor, algo que o actual executivo, em particular Fátima Felgueiras, não pode dar.

Março 2009
PSD Felgueiras

segunda-feira, março 30, 2009

Telefonema ao FC Porto

Cartoon, por Rosa M


Atenção, senhores empresários! Nova legislação europeia responsabiliza as empresas causadoras de risco ambiental

As empresas portuguesas terão que pagar por qualquer dano significativo que causem ao ambiente, na sequência da introdução da Directiva de Responsabilidade Ambiental da União Europeia. O Decreto-lei 147/2008 de 29 de Julho transpõe para o ordenamento jurídico português a Directiva relativa à responsabilidade ambiental em termos de prevenção e reparação de danos ambientais.
Encarado como uma das legislações mais ambiciosas dos últimos anos, o Decreto-lei baseia-se nos princípios da “prevenção” e do “poluidor pagador”, o que significa que qualquer operador com uma actividade potencialmente poluidora será obrigado a tomar medidas proactivas para prevenir e, se necessário, remediar qualquer dano ambiental, nomeadamente: danos causados às espécies e habitats naturais protegidos; danos à água e contaminação do solo através de poluição que criem um risco significativo para a saúde humana. Sempre que haja uma ameaça eminente de dano ambiental, as organizações passam a ser obrigadas a tomarem todas as medidas práticas para prevenirem a ocorrência de danos ambientais e a notificarem as autoridades competentes. Caso o dano ambiental já tenha ocorrido, devem ser evitados maiores estragos. A não adopção de medidas de prevenção e reparação pode constituir actualmente uma contra-ordenação grave ou muito grave.
“O leque de danos ambientais cobertos pelo decreto-lei não se restringe a questões ligadas com poluição, mas inclui qualquer dano causado aos habitats naturais, como por exemplo qualquer prejuízo causado pela actividade de construção”, diz Catarina Fuschini, Coordenadora de Responsabilidades da Marsh em Portugal. A reparação de danos ambientais visa estabelecer o estado dos recursos danificados às condições existentes antes da ocorrência do mesmo. Para o efeito, existem 3 opções de actuação que configuram os seguintes conceitos: reparação primária, reparação complementar e reparação compensatória. “Se o habitat natural não puder ser completamente reposto ao seu estado inicial, dada a extensão e tipo de danos, a empresa pode ser obrigada a compensar o ambiente através de, por exemplo, a criação de habitats alternativos”, conclui a perita da Marsh, líder mundial em consultoria de riscos.
Para assegurar a cobertura das responsabilidades ambientais dos operadores que exercem actividades consideradas de maior risco ambiental, definidas no Anexo III do Decreto-lei, as empresas terão obrigatoriamente que constituir garantias financeiras. A inexistência de garantia financeira obrigatória constitui, no actual quadro legal, uma contra-ordenação muito grave.
“Estas novas formas de responsabilidade ambiental não estão abrangidas por uma apólice de seguro”, diz Catarina Fuschini, “e podem até ser especificamente excluídas dos contratos de seguro. Os custos relativos à mitigação e remediação de danos ambientais podem ser significativos, e torna-se por isso vital para as organizações quantificarem o seu potencial de exposição de risco ambiental e accionarem o apoio de especialistas em seguros ambientais”. As empresas têm a possibilidade de, através de especialistas e análises à sua actividade, determinarem o seu grau de exposição ao risco, de modo a poderem precaver eventuais situações e contextos que aumentem esta exposição e que determinem que a empresa possa ficar mais fragilizada face à introdução da Directiva de Responsabilidade Ambiental da União Europeia.

Até o Diabo se ri da gente!...


Condenado no "caso Bragaparques"
Domingos Névoa foi nomeado presidente de empresa intermunicipal de Braga

Domingos Névoa, administrador da Bragaparques, condenado por tentar corromper o vereador Sá Fernandes, foi nomeado presidente da empresa intermunicipal "Braval". A Braval é a empresa de tratamento de resíduos sólidos do Baixo Cávado, que engloba os municípios de Braga, Póvoa de Lanhoso, Amares, Vila Verde, Terras do Bouro e Vieira do Minho.
Para director-geral da Braval foi nomeado Pedro Machado, genro de Mesquita Machado, presidente da Câmara Municipal de Braga e dirigente do PS.
Na passada sexta-feira, a Assembleia Geral da Braval elegeu o presidente da empresa e o director-geral. A Assembleia Geral é composta pela empresa Agere, que detém larga maioria da empresa, e pelos municípios de Amares, Póvoa de Lanhoso, Terras do Bouro, Vila Verde e Vieira do Minho. A empresa Agere foi criada em 1999 pela transformação dos serviços municipalizados de água e saneamento do município de Braga em empresa pública municipal. Em 2005, a Câmara Municipal de Braga privatizou 49% da Agere, que foram vendidos a um consórcio de empresas formado por ABB, DST e Bragaparques (Geswater, SGPS).
Domingos Névoa tornou-se publicamente conhecido pela sua tentativa de corromper o vereador Sá Fernandes. Em 25 de Fevereiro passado, o Tribunal da Boa Hora, de Lisboa, deu como comprovado o crime de tenativa de corrupção activa, mas condenou-o apenas em 5.000 euros.
O Conselho de Administração da Braval será presidido por Domingos Névoa (administrador da Bragaparques e accionista da Agere), pela ex-vereadora PS da Póvoa, Rita Araújo (indicada por Braga), e pelo social-democrata Luís Amado Costa (indicado pela Câmara da Póvoa de Lanhoso), segundo noticia o jornal Correio do Minho.
Pedro Machado era anteriormente administrador delegado da Braval, indicado pela Câmara Municipal de Braga, presidida pelo dirigente socialista Mesquita Machado. Recentemente demitiu-se de administrador delegado, passou a fazer parte do quadro da empresa e agora foi nomeado director-geral, cargo criado pela assembleia geral da Braval que o nomeou.
Pedro Machado é casado com Cláudia Machado, filha do presidente da Câmara de Braga, Mesquita Machado.
Fonte e foto: Esquerda.Net

domingo, março 29, 2009

Do jornal Público, de hoje

Foto: Semanário de Felgueiras
Manuel Pinho veio a Felgueiras
na semana passada e fez-se
acompanhar pelo líder do
PS/Felgueiras.


Clique AQUI: Governo ignora Felgueiras e faz visitas com candidato do PS

sábado, março 28, 2009

Dr. Machado de Matos faleceu há 20 anos


Completam-se hoje 20 anos após a morte do Dr. Machado de Matos – figura destacada da política felgueirense após o 25 de Abril, e que, no tempo do Estado Novo, esteve ligado aos movimentos oposicionistas ao regime.
Lamentavelmente, a efeméride passou despercebida, tanto por parte do poder local instituído, como pelos diversos partidos políticos e até pela Comunicação Social local.
Um povo que não respeita a sua História, é um povo sem memória e sem futuro!
Foram vários os leitores do Diário de Felgueiras que, durante a semana que ora termina, nos contactaram para fazermos um trabalho alargado, nesta data importante, sobre a vida e a obra de José Maria Machado de Matos, que faleceu com 73 anos de idade de forma inesperada, na segunda-feira de Páscoa do ano de 1989, vítima de um fulminante enfarte do miocárdio. Gostaríamos de ter feito esse trabalho, até por consideração pessoal e cívica ao Dr. Machado de Matos – especialmente pelo seu papel no combate à ditadura. Infelizmente, esse trabalho não nos é possível apresentar, por impedimento pessoal do editor do Diário de Felgueiras.
De resto, lamentamos o abominável esquecimento de quem poderia ter aproveitado o facto de o dia de hoje ter coincidido com um sábado, por sinal de Primavera, para fazer algo que tornasse a figura deste democrata de Abril mais conhecida junto da população mais jovem e escolar.
As homenagens valem o que valem; as estátuas, frias e imóveis, quase passam despercebidas; a praça com o nome do Dr. Machado de Matos é um monte de calhaus e de anedotas; o estádio, não falemos; nesta data, que é uma efeméride de números redondos, ter-se-ia justificado, pelo menos, a publicação de um livrinho - uma simples brochura que fosse -, onde constasse toda a biografia e obra do político, do democrata, insigne orador, apaziguador das almas inquietas, figura simpática e afável que tratava toda a gente por igual. Mas uma biografia sem depoimentos, especialmente por parte daqueles que tanto bajularam o Homem em vida, na ânsia desmedida pelo poder, que choraram lágrimas de crocodilo na sua morte, e que, nestes 20 anos, arrogando-se herdeiros da moral política do autarca e do antifascista, infelizmente, só a envergonham e a renegam. Degenerados políticos cuja acção é inteiramente oposta à do espírito democrático do “mestre” - homem humilde e modesto, que viveu toda uma vida sem luxo nem ganância.
Vêm aí as eleições autárquicas. O nome do Dr. Machado de Matos vai tornar a estar na baila, mas só para fins eleitoralistas.

quinta-feira, março 26, 2009

Pais impedem filhos de ir a escola que, segundo os mesmos, "causa doenças"

Reportagem fotográfica e recolha de dados:
Joaquim Silva (colaborador DF), direitos reservados



quarta-feira, março 25, 2009

Nova edição dos "Cantos da Casa"

Aconselhamos os nossos estimados leitores a estarem atentos às constantes actualizações do nosso blogue, na coluna - galeria - do lado direito, em que introduzimos links tão importantes como, por exemplo: o jornal Avante (digitalizado) do tempo do Estado Novo; a Carta do Bispo do Porto, António Ferreira Gomes, em 1958, ao então Presidente do Conselho, Oliveira Salazar – o acto levou o prelado a exilar-se em Espanha, durante 11 anos; e a Biblioteca e Arquivo digitalizados de José Pacheco Pereira, espaço onde se encontram muitos documentos importantes digitalizados.

Ao mesmo tempo, recomendamos também a audição da nova edição dos Cantos da Casa, cuja duração é de 1 hora e 5 minutos.
Desta vez, podemos ouvir: Uxu Kalhus, com Transumâncias Groove (2009); Mafalda Arnauth, com Flor de Fado (2008); Manuel Freire, com Dedicatória (1968); Luísa Amaro, com Meditherranios (2009).

Como vêm, até temos bons gostos.