quarta-feira, janeiro 28, 2009

PSD/Felgueiras emite comunicado de imprensa sobre as custas judiciais dos processos de Fátima Felgueiras

Fátima Felgueiras foi condenada no processo “Saco Azul”, tendo nesse processo gasto muitos milhares de euros. Até ao momento já saíram da autarquia, para pagamento de honorários a advogados mais de 530 mil euros. Desde que a Presidente de Câmara regressou do Brasil por cada ano que passa, os cofres municipais suportam o pagamento de cerca de 200 mil euros. A presidente da câmara tem recorrido aos melhores advogados do país, pagos a peso de ouro com os escassos recursos do município. Só à sua conta pessoal, Fátima Felgueiras já custou ao município 260 mil euros. Quantia notável que o PSD assinala precisamente quando começa um novo.
Ao ser condenada, a Presidente deveria perder o mandato e restituir estes adiantamentos que “generosamente” a autarquia lhe atribui. No entanto, infelizmente não teve o bom senso do fazer. Será que a Presidente no processo “F.C.F.” terá ainda o descaramento de continuar a utilizar o dinheiro dos impostos dos felgueirenses e das receitas camarárias para pagar a sua defesa luxuosa?
Que presidente de câmara é esta que sobe as tarifas da água, do lixo, toda uma série de taxas e licenças, sobrecarregando os felgueirenses com pagamentos altíssimos numa altura de crise económica e social gravíssima? Aos felgueirenses exige sacrifícios, para as freguesias não há obras, não há dinheiro para as instituições, mas para si contrata os advogados mais famosos do país e, provavelmente, os mais caros!
Tal como já denunciamos no passado, a actual Presidente de Câmara declarou não ter património. Tendo sido condenada, devia ter restituído 260 mil euros à autarquia. Mais incompreensível, ainda, será continuar a pedir à autarquia que custeie as suas despesas.
O PSD mostra-se indignado com esta situação e com a continuação destes gastos sumptuosos e imorais com advogados. Manifestamos a nossa solidariedade às famílias que passam enormes dificuldades, aos comerciantes e às empresas que lutam por garantir os seus empregos/postos de trabalho e que não beneficiam deste tipo de apoios.

PSD Felgueiras
28 de Janeiro de 2009

Junta: Quadro síntese com todos os pagamentos efectuados.

Sondagem - recomeçar a contagem

O Diário de Felgueiras teve que proceder ao relançamento da sondagem sobre a escolha de um nome para cabeça-de-lista do PSD à Câmara de Felgueiras. A votação online anterior foi ontem colocada neste espaço, mas, a dada altura, e quando já tinham sido feitas 14 votações, o sistema do blogue avariou e desconfigurou a dita sondagem.
Com efeito, pedimos aos nossos estimados leitores que já tinham votado que repitam o acto e a quem ainda não votou pedimos a sua participação.
Aos nossos estimados leitores pedimos desculpa pelo transtorno causado.

terça-feira, janeiro 27, 2009

"Crenças, Religiões e Poderes - dos Indivíduos às Sociabilidades" | amanhã, dia 29 de Janeiro, no Centro Comercial da Cidade do Porto

Vai ser apresentada, amanhã, dia 29 de Janeiro, na Livraria Leitura/Books & Living, do Centro Comercial da Cidade do Porto (junto ao Mercado do Bom Sucesso), a obra "Crenças, Religiões e Poderes - dos Indivíduos às Sociabilidades", livro organizado por Vítor Oliveira Jorge e José Maria Costa Macedo, professores da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP).
A apresentação estará a cargo de Paulo Tunhas, filósofo, da Universidade Fernando Pessoa e da FLUP.
Do referido livro, eis o texto integral de Alice Valente Alves, gentilmente enviado pela autora, para publicação. Clique em: Crenças e poder - do dever em não devir»

sexta-feira, janeiro 23, 2009

Belas Atrozes | 15 a 30 de Janeiro | no Teatro da Vilarinha, Porto


A recém criada V+ Companhia de Teatro tem em cena, no Teatro da Vilarinha, Belas Atrozes, da dramaturga mexicana Elena Guiochíns, com encenação de Viriato Morais, quintas, sextas e sábados, às 21h30, até dia 31 de Janeiro.
Belas Atrozes é um espectáculo que explora a amizade romântica e amor entre mulheres desde a época Vitoriana até aos nossos dias. Oferece uma interpretação peculiar da identidade e imagem feminina; aquele tipo de mulher que tanto inquieta a sociedade, em oposição à mulher natural (esposa-mãe). Uma mulher em busca da sua identidade desdobra-se em três mulheres distintas. Eva, Maria e Lilith encarnam as origens e as circunstâncias da sexofobia, numa trama de emoções contraditórias e polarizadas, que oscilam entre o fascínio e o aborrecimento, entre a atracção sexual e o pânico do abismo, sem uma visível solução de continuidade.
Trata-se do primeiro espectáculo do Ciclo de Autores Latinos e Lusófonos Contemporâneos, a realizar nos próximos 4 anos pela recém criada V+ Companhia de Teatro, o qual reflecte uma das vertentes da companhia: a que se relaciona com as componentes de promoção e divulgação de Teatro de Autores Desconhecidos.

Ficha técnica
Texto Elena Guiochíns
Tradução Viriato Morais
Encenação Viriato Morais
Elenco Isabel Queirós Marta Carvalho Olinda Rocha Susana Oliveira
Figurinos Alex de Brito
Cenografia Viriato Morais Alex de Brito
Desenho de luz/concepção sonora Igor Pittella e Carlos Valente
Responsável artístico Viriato Morais
Direcção de produção Ana Carolina Avilez
Ingressos
10€ (público geral); 7,5€ (profissionais da área);
5€ (amigos da Tenda de Sais, maiores de 65 anos e estudantes)

terça-feira, janeiro 20, 2009

"Tu estavas a pedi-las!" - gritou um dos assassinos

Anastasia Baburova,
jornalista assassinada


Um dos mais conceituados advogados russos, Stanislav Markelov, e uma jornalista da Novaya Gazeta, Anastasia Baburova, foram assassinados minutos depois de uma conferência de imprensa em que Markelov criticou a libertação do Coronel Budanov, condenado pela morte de uma jovem chechena de 18 anos.
Markelov, de 34 anos, tinha acabado de declarar em conferência de imprensa a sua indignação pela libertação de Yuri Budanov, um oficial do Exército condenado pela violação e morte por estrangulamento de Kheda Kungayeva, uma jovem chechena de 18 anos.
O reputado advogado, que representava a família de Kungayeva, foi baleado na cabeça quando caminhava numa rua movimentada de Moscovo.
«Tu estavas a pedi-las!», gritou um dos atacantes.

Anastasia Baburova, jornalista de apenas 25 anos que acompanhava Markelov, foi igualmente atingida e morreu horas depois num hospital da capital russa.
A jornalista freelancer colaborava com a Novaya Gazeta, a publicação crítica do Kremlin de Putin e Medvedev onde trabalhava Anna Politkovskaya, assassinada em 2006.
Markelov planeava apresentar um recurso contra a libertação de Budanov, decidida em Dezembro pelo tribunal de Dimitrovgrad, que argumentou que o oficial russo demonstrou «arrependimento» pelo crime.
A morte de Kungayeva às mãos de Budanov aconteceu durante um interrogatório em plena Segunda Guerra da Chechénia. Entre 25 e 50 mil pessoas morreram entre Agosto de 1999 e Maio de 2000, quando Moscovo respondeu a uma série de atentados terroristas alegadamente executados pelos independentistas chechenos.
O crime de Budanov foi investigado por Politkovskaya, uma das principais críticas da intervenção russa no Cáucaso.
O duplo homicídio desta segunda-feira já foi qualificado pela directora local da Human Rights Watch, Tanya Lokshina, como «simplesmente escandaloso».
«A Rússia é um país onde o assassínio dos que defendem os direitos humanos se tornou algo rotineiro», declarou Lokshina, que comparou a morte de Markelov e Baburova ao atentado que vitimou Politkovskaya.
Markelov chegou a representar Politkovskaya em vários processos e admitira há poucos dias que era um homem a abater, segundo revelou o pai da chechena morta por Budanov.

Fonte: jornal SOL (página online)

segunda-feira, janeiro 19, 2009

Associação Ateísta Portuguesa solidária com José Policarpo

Ateístas salientam que o cardeal-patriarca
tem direito à liberdade de expressão
A Associação Ateísta Portuguesa (AAP), sem se rever nos conselhos do Sr. Patriarca, José Policarpo, às católicas jovens que eventualmente queiram casar com muçulmanos, manifesta-lhe pública solidariedade perante a onda de falsa indignação com que pretendem impedir-lhe o direito à livre expressão e aos conselhos que entende dar.
Carecem de legitimidade moral para condenar o patriarca, por sinal bastante tolerante, para um bispo, os que defendem a poligamia, a discriminação das mulheres, a decapitação dos apóstatas e a lapidação das mulheres adúlteras e pretendem que o Corão substitua o Código Penal.
Antes de se manifestarem ofendidos com o cardeal, os líderes islâmicos em Portugal devem penitenciar-se do seu silêncio perante as ditaduras teocráticas do Médio Oriente e o carácter implacavelmente misógino do Islão. Face a qualquer mullah até Bento XVI parece um defensor dos Direitos do Homem.
Quem pretende que compreendam os seus preconceitos tem de os explicar com clareza. E quem quiser que respeitem as suas crenças tem de demonstrar que estas merecem algum respeito. Falta aos muçulmanos europeus explicar a que tipo de regime submeteriam os não muçulmanos se deixássemos que Alá se tornasse grande e Maomé fosse o único profeta. Falta-lhes justificar porque havemos de respeitar as suas crenças acerca das mulheres, dos apóstatas, dos outros crentes, dos ateus e de todos que critiquem a sua religião.
Mas compete também aos bispos católicos fazer o mesmo. Explicar o que fez a sua religião pela democracia e pelo livre-pensamento, sabendo-se que a derrota política da Igreja está na origem das liberdades individuais de que gozamos. E justificar porque hão de merecer respeito as crenças católicas acerca das mulheres, do divórcio, do sacerdócio, da homossexualidade e do que é ou não é pecado.
Não são só os muçulmanos que criam um “monte de sarilhos” sem necessidade. A AAP recorda que as três religiões do livro – judaísmo, cristianismo e islamismo – são anti-humanas e patriarcais. A misoginia não é uma tara exclusiva do Islão mas apanágio do texto bárbaro da Idade do Bronze – o Antigo Testamento –, herdada pelas referidas religiões. O racismo, a xenofobia, a misoginia e a homofobia são valores do Antigo Testamento.
As três religiões não têm feito mais do que reproduzir esses valores cruéis e obsoletos sendo o Islão, actualmente, a religião que mais implacavelmente se bate pela manutenção do obscurantismo.
A AAP reitera o seu firme propósito de defender as liberdades, nomeadamente a religiosa, do mesmo modo que defende o direito à descrença e à anti-crença.
Odivelas, 18 de Janeiro de 2009

Encontro de Cantadores de Reis | 16.01.2009

Este ano o Encontro de Cantadores de Reis, promovido pela Câmara local, realizou-se na passada sexta-feira, junto à Biblioteca Municipal.
Foram onze os grupos que actuaram neste evento de cariz popular.





segunda-feira, janeiro 12, 2009

Audição de Reis na igreja de Margaride, Fellgueiras | 11 de Janeiro de 2008




A Paróquia de Margaride levou a efeito, ontem (domingo), pelas 18 horas, na igreja matriz, uma Audição de Reis, em que actuaram diversos grupos, como, por exemplo, o Coro dos Pequenos Cantores da referida paróquia, grupo nascido há cerca de dois anos, e que, segundo a opinião unânime dos presentes no evento, já revela notória qualidade artística.

O Nascimento do Salvador" | Casa do Povo da Longra, 11 de Janeiro de 2008

Foi um bonito espectáculo cénico-musical o levado a efeito na tarde do passado domingo na Casa do Povo da Longra, em Rande, Felgueiras, "O Nascimento do Salvador", pelo Grupo de Teatro MacPiremo, das paróquias de Macieira da Lixa, Pinheiro, Moure e Refontoura, do P.e André Ferreira, co-autor da peça com Luís Carlos Silva e da qual é o encenador. A Casa esteve quase cheia, apesar do frio que se fazia sentir naquela tarde.
A peça relata, com base em textos bíblicos, o acontecimento maior do mundo cristão, que é o nascimento de Jesus Cristo, mas, muito inteligentemente, os seus autores introduziram "ingredientes" muito contemporâneos: a crise financeira mundial proveniente dos EUA, o desemprego, a criminalidade, a situação política na Rússia, a situação de guerra na Palestina, etc.… Ao mesmo tempo, no espectáculo é condenado o consumismo exacerbado da sociedade ocidental, nomeadamente quando, ironicamente, um dos três Reis Magos diz ao Salvador: "Menino Jesus, vimos trazer-te telemóveis!"
No final, a assistência aplaudiu efusivamente, de pé, as dezenas de figurantes em palco.
Ao presenciarmos esta peça, ocorreu-nos o seguinte poema de Miguel Torga, que é um apelo a uma espécie de "peregrinação interior" de cada um de nós, de que falava, também, António Alçada Baptista, escritor e um dos fundadores, nos anos 60, da corrente estética "O Tempo e o Modo":

É contra mim que luto
Não tenho outro inimigo.
O que penso
O que sinto
O que digo
E o que faço
É que pede castigo
E desespera a lança no meu braço.
Absurda aliança
De criança
E de adulto.
O que sou é um insulto
Ao que não sou
E combato esse vulto
Que à traição me invadiu e me ocupou.

Infeliz com loucura e sem loucura,
Peço à vida outra vida, outra aventura,
Outro incerto destino.
Não me dou por vencido
Nem convencido
E agrido em mim o homem e o menino.

Poema "Guerra Civil", de Miguel Torga

sexta-feira, janeiro 09, 2009

Nevou em Felgueiras!

Fotos do nosso estimado leitor
LUÍS PEREIRA (Felgueiras)
(Direitos reservados)
Neve "esconde" Edifício Campo da Feira
Jardim de Inverno... Muito Poético!
Esplanada de Verão... vazia!
Coitado do "Magalhães"... Lemos!
O inevitável "ex-libris"