terça-feira, março 11, 2008

Amarante na senda habitual dos seus projectos culturais

Casa da Música de Amarante prestes a ficar concluída

Estão prestes a concluir-se as obras de recuperação, adaptação e ampliação da antiga cadeia de Amarante, das quais resultará um moderno equipamento cultural e escolar especializado, onde será instalado o Centro Cultural de Amarante.

Conhecido como “Casa da Música de Amarante”, o edifício, localizado na zona norte da cidade, ao Campo da Feira, é constituído por dois pisos, acolhendo serviços administrativos, salas para ensino de várias valências musicais e ballet, salão polivalente para ensaios e exposições, biblioteca multimédia e audiovisual e auditório de 122 lugares equipado com palco para espectáculos, exibições e conferências.

O valor de adjudicação desta obra foi superior a 1 500 000,00, sendo financiado a 60,53 por cento pelo Programa Operacional do Norte.

Com a sua “Casa da Música”, Amarante fica dotada de mais um equipamento cultural de qualidade, que se junta à Casa da Cultura e Juventude, ao Museu e Biblioteca Municipais e a outros espaços como o ex-Cineteatro, onde tem sede a Orquestra do Norte.

GNR sabe de onde foi feita ameaça


A ameaça de bomba de que foi alvo o Hospital Agostinho Ribeiro, em Felgueiras, anteontem à noite, foi feita através de uma cabina telefónica, segundo fonte da GNR de Felgueiras, que está a investigar o caso com o Ministério Público. O número de telefone e a localização da cabina já são conhecidos das autoridades.
Segundo a mesma fonte, seriam 22.32 horas quando a funcionária administrativa de serviço no atendimento recebeu uma chamada de um homem que disse que se encontrava um engenho explosivo no hospital "que iria explodir daí a 20 minutos".
Face àquela ameaça, foi decido evacuar todas as pessoas do edifício, tanto doentes como funcionários. O maior transtorno não foi a saída dos doentes da urgência, mas a deslocalização dos 22 pacientes internados nos Cuidados Continuados, que trata, maioritariamente, doentes terminais. Todos os pacientes internados foram deslocalizados para uma ala adjacente do hospital.
Três horas de buscas
O regresso às enfermarias só foi feita a partir das duas horas da madrugada, ao fim de mais de três horas que duraram as operações dentro do hospital. A GNR montou um perímetro de segurança em volta do hospital, tendo sido chamada uma unidade de desactivação de explosivos do Porto. No terreno, estiveram cinco ambulâncias, dez agentes da GNR e mais 30 de reserva. A GNR evitou a todo o custo o alarme, principalmente dos familiares dos internados.
"Lamento profundamente que alguém, tão insensível e desumano, tenha causado este sofrimento, principalmente aos pacientes dos Cuidados Continuados, a quem já lhes basta o sofrimento físico para que não se brinque emocionalmente com eles. É lamentável e inteiramente escusado". Foi com estas palavras que o director clínico do Hospital Agostinho Ribeiro, Caldas Afonso, comentou o incidente.

JN. 11 de Março de 2008 (clique aqui)

domingo, março 09, 2008

Novo regresso

Manter este espaço diário - de informação, reflexão e de participação cívica e democrática - é um desafio para o seu editor, melhor dizendo, um contrato ético com os leitores, compromisso esse que tentaremos cumprir sempre, dentro das nossas possibilidades e limitações.
Porém, motivos pessoais do editor do DF levaram a que não lhe fosse possível actualizar este espaço, facto pelo qual pedimos a melhor compreensão. Pensamos não ser motivo para que os nossos leitores nos deixem de "visitar". Da nossa parte, fica a promessa de retomarmos a nossa escrita, da forma peculiar que os leitores nos conhecem.

sexta-feira, fevereiro 08, 2008

Carnaval Vila da Longra 2008

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Longra viveu o seu maior Carnaval de sempre: mais de 10 mil pessoas

Chuva não assustou os foliões do Carnaval da Longra
Organização aposta cada vez mais no Entrudo português
Quatro investigadores da UTAD estudam o Entrudo da Longra

Realizou-se, mais uma vez, pelo décimo primeiro ano consecutivo, o Carnaval da Vila da Longra, que há muito se evidencia como o maior do concelho de Felgueiras.
Sem demérito para as organizações dos anos anteriores, porque os frutos também se devem às sementes, desta vez, o evento bateu o seu maior record de sempre no que respeita à participação de pessoas – mais de 10 mil –, apesar da chuva que ocorreu, de tarde, durante o corso carnavalesco, e à noite, na Leitura e Enterro do Entrudo. O Jornal Vila da Longra ouviu um elemento da GNR em serviço durante o corso, que é da mesma opinião quanto ao número de pessoas que assistiram ao cortejo. O evento é realizado pela Casa do Povo da Longra e pelas três Juntas de Freguesia que compõem a Vila – Rande, Pedreira e Sernande.
Quem se recorda afiança que, de facto, este foi o maior Carnaval de sempre naquela localidade, devido ao facto de este acontecimento popular, que já se fez tradição na Longra, ter contado desta vez com um número acrescido de pessoas oriundas de todas as partes do concelho e até de fora deste, devido à eficaz publicidade da organização, bem como de centenas de figurantes que abrilhantaram o evento, em cor, em humor, sendo a crítica política e social a tónica dominante, a saber: o custo de vida, a subida do preço da água e dos impostos, as urgências fechadas pelo Governo, a suspensão do Lisboa-Dakar, a falta de articulação entre as corporações de bombeiros e o INEM, o alegado excesso de zelo da ASAE e, entre muitos outros ingredientes de sátira, o inevitável julgamento do “saco azul” de Felgueiras, com destaque para a presidente da Câmara. O corso foi feito em carros alegóricos, a pé, de bicicleta, de moto, de jipe e outros meios de transporte. Tudo a alegrar mais de 10 mil pessoas.
No que toca a figurantes no corso, o mesmo pôde contar com a participação não só de pessoas inscritas antecipadamente na organização como também de cidadãos de outras partes do concelho, que, em cima da hora e de forma espontânea, quiseram dar o seu contributo no cortejo, que teve início às 16 horas.
À noite, pelas 20,30 horas, assistiu-se ao velório, ao Enterro e à Leitura do Testamento do Entrudo, actos seguidos da queima do cadáver. O velório foi feito no palco da Casa do Povo, com o Entrudo deitado no caixão e a viúva a receber os sentimentos. Durante o funeral foram estridentes os gritos da viúva, como, por exemplo: “Morreste, meu querido homem, que eras tão bom para mim! Davas-me tanto trabalho e porrada! Eras, de facto, o marido ideal!". E foram muitos os participantes no funeral que “insultaram” a pobre mulher, acusando-a de adultério: “Choras?!... Mas quanto ele estava no hospital, andavas com outro homem, sua desavergonhada!” E a viúva ainda mais gritava, que causava dó. A bandeira “religiosa” que ia à frente do cortejo fúnebre era a do FC Felgueiras, extinto há anos, ao fim de sete décadas de história, que agora se vê envolvido num mega-processo, onde são arguidos políticos e ex-dirigentes desportivos locais.
A Leitura do Entrudo foi feita em três partes, uma por cada junta de freguesia envolvida na organização. Quase todas as famílias da Vila tiveram direito a um dos muitos haveres deixado pelo Entrudo, como, por exemplo, a Bíblia, a bacia, a pipa do vinho, o penico e até as dívidas.
Sendo inevitáveis as influências brasileiras nos carnavais portugueses, a organização do da Longra, segundo esta, tenta, cada vez mais, incutir o verdadeiro espírito do Entrudo, tão característico no nosso país, nomeadamente, o do Noroeste, onde, historicamente, se desenvolveu um Entrudo peculiar, com raízes milenares.
Equipa de investigadores da UTAD estuda o Entrudo da Longra

Uma equipa de quatro investigadores da UTAD - Universidade de Trás-os-Montantes deslocou-se à Longra para estudar in loco o Enterro e a Leitura do Testamento.
Brevemente, essa mesma equipa vai deslocar-se à Casa do Povo da Longra para aprofundar melhor o seu conhecimento e caracterização deste meio.

PS acusa PSD de estar a criar um "caso" sobre o alegado emcerramento do SAP


COMUNICADO

Temos assistido nestas últimas semanas a algumas notícias sobre o encerramento do SAP - Serviço de Atendimento Permanente do Hospital Agostinho Ribeiro, propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Felgueiras.

À boleia das manifestações das populações das localidades onde incidiu a reestruturação dos serviços de prestação de saúde levada a efeito pelo Governo, com o encerramento de alguns serviços públicos, o PSD local (que erradamente até refere “Serviço de Apoio Permanente”) e uma intitulada Comissão de Utentes do Hospital de Felgueiras procurou, irresponsavelmente, criar um “caso” nesta terra, com a conivência do Director Clínico do referido Hospital, Dr. Caldas Afonso. De facto, ao invés de esclarecer cabalmente que, no que a Felgueiras diz respeito, não existia qualquer decisão ou sequer intenção do Governo em encerrar o SAP – Serviço de Atendimento Permanente, o Sr. Director Clínico apressou-se a prestar declarações à imprensa, apresentando soluções que, como clínico que é, devia saber não ser possível implementar. Com efeito, não seria nunca possível assegurar o funcionamento deste serviço só com um médico e, a haver qualquer alteração, caberia sempre à Administração da Misericórdia de Felgueiras efectuá-la e comunicá-la à população.

A actuação daquela Comissão, do PSD e do Director Clínico não é mais que uma acção concertada, levada a cabo ao arrepio da Santa Casa da Misericórdia de Felgueiras, com motivações políticas, para criar protagonismo e retirar dividendos, preocupados somente com o ruído que daí pode advir, esquecendo-se que o Hospital não é do Estado, é privado e pertence a uma Instituição que deve ser respeitada por todos.

O PS, tal como já garantiu em devido tempo, afirma, mais uma vez, que nunca foi posta em causa pelo actual Governo a denúncia do protocolo celebrado pela então Ministra da Saúde, Dr.ª Maria de Belém, para o funcionamento do SAP – Serviço de Atendimento Permanente e lamenta que a Santa Casa da Misericórdia de Felgueiras não venha a público, como lhe compete, esclarecer a população que serve, permitindo que “alguns”, de forma irresponsável, usem e abusem do bom nome que a Instituição possui.

Parece-nos ainda importante esclarecer que o PS Felgueiras só interveio junto do Ministério da Saúde em defesa da instituição Misericórdia de Felgueiras, neste e noutros casos, a pedido e solicitação da mesma, e que tão bons resultados vem proporcionando a Felgueiras.

Felgueiras, 6 de Fevereiro de 2008.


O PRESIDENTE DA COMISSÃO POLITICA


(Eduardo Bragança)

sexta-feira, fevereiro 01, 2008

Faleceu a menina de 12 anos atropelada quarta-feira perto de casa, em Torrados



Faleceu, hoje, ao fim da manhã, no Hospital de S. João, no Porto, a menina de Torrados, de 12 anos, atropelada na noite da passada quarta-feira, perto de casa, em Torrados.
Sónia Catarina Moura era uma prmissora atleta do União Desportiva de Várzea.

Menina atropelada em estado muito grave no Hospital de S. João

Cinema volta a Felgueiras

O Cinema voltou a Felgueiras.
Com o apoio do INATEL, através do projecto denominado Circuito de Cinema do Inatel, a Casa do Povo da Longra passa hoje, pelas 21,30 horas, o filme "Traffic - Ninguém Sai Ilseo", cujo calendário de programação consiste na passagem de uma película por mês, na Sala de Espectáculos da Casa do Povo.
Neste momento, o concelho de Felgueiras não tem nenhuma Sala de Cinema.