sexta-feira, agosto 17, 2007
Na Rússia deu para o torto um dos apanhados da TV
domingo, agosto 12, 2007
Em Felgueiras: Festa de homenagem a Adriano Correia de Oliveira

Miguel Torga nasceu há 100 anos

Nova sondagem. Já em votação.
Edaurdo Teixeira "lidera" a Oposição
Em segundo lugar surge Eduardo Bragança, líder da Concelhia do PS /Felgueiras há um ano e meio. Obteve 29 votos – 25,2%, precisamente, metade da percentagem de Eduardo Teixeira.
Em terceiro lugar aparece José Campos – o único vereador do PS, terceiro membro da Oposição política no Executivo na ordem dos resultados obtidos nas autárquicas de Outubro de 2005. No nosso estudo, Campos obtém 10 votos, que corresponde a 8,7%.
João Sousa, líder da Concelhia do PSD, recentemente eleito, figura na quarta posição, com 9 votos (7,8%).
Torres Moreira, líder da bancada do PS na AM, somou 9 votos (6,2%), ficando na penúltima posição eleitoral.
Caldas Afonso e Luís Lima, vereadores do maior partido da Oposição, que. nas últimas autárquicas, obtiveram 10 mil votos – o dobro dos do PS –, curiosamente ou não, aparecem em último lugar na nossa sondagem, em que obtêm apenas… 2 votos, que significa 0,7% da votação total. Esta fraquíssima percentagem é deveras sintomática em relação ao papel (muito contestado) dos dois vereadores do PSD enquanto elementos da Oposição política.
sexta-feira, agosto 10, 2007
Tudo para o Ciclismo! E nada para as associações desportivas da nossa Terra!
Que a vida política na nossa Terra vai de mal a pior, é um sentimento que cada vez mais alastra junto das populações do concelho, descontentes e deveras desiludidas com a sinistra política de marketing e imagem do movimento “Sempre Presente”, principalmente da sua dama tutelar, Fátima Felgueiras, que, com os seus meros peões (vereadores), está a levar o concelho para o mais baixo índice de desenvolvimento e qualidade de vida em relação aos concelhos do Norte do país.
O movimento “Sempre Presente” já não está interessado em governar a nossa Terra; aposta grandemente numa política de imagem, cujos gastos, exorbitantes que são, não correspondem às verdadeiras necessidades dos nossos habitantes. As festas, as festinhas e as festarolas, juntamente com os passeios e o foguetório, estão sempre na ordem do dia, somando, ultimanente, uma nova vertente populista, que é o Ciclismo, com altos patrocínios monetários (entendam-se, chorudos) por parte dos cofres da Câmara. Esta é uma política, sem dúvida, de imagem do movimento “Sempre Presente”, que visa única e simplesmente a promoção política pessoal daqueles que nos (des)governam.
Com efeito, será oportuno fazer aqui algumas perguntas:
1.º - Quanto custou à Câmara Municipal o alto patrocínio ao Grande Prémio das Nações de Ciclismo?
2.º – Qual o valor dos contratos celebrados com a empresa privada que organiza a Volta a Portugal em Bicicleta relativamente aos anos 2006 e 2007.
Por várias, vezes já desafiei a Câmara a tornar público o valor pago por estes patrocínios, mas, até à data, não foi respondido nem tornado público. Por que será?
Não tenho nada contra esta modalidade, que é o Ciclismo, embora seja o desporto a nível mundial onde reina maior polémica acerca de doping, chantagem, resultados forjados, falta de verdade desportiva, mentira, etc… Porém, não deixa de ser curioso que seja esta a modalidade preferida pelo movimento “Sempre Presente” e o Executivo municipal para apoiar e patrocinar. Curioso, não acham?
Esta realidade, vinda do alto político, esbarra com a realidade social do concelho a nível desportivo, cultural e sócio-recreativo. As associações desportivas e culturais do concelho estão moribundas, graças a uma política de desprezo a que o Executivo municipal as tem votado.
Vejam-se os casos mais flagrantes:
1.º - A destruição do relvado do Estádio Dr. Machado de Matos, onde, outrora, se realizaram provas nacionais e internacionais de futebol de grande relevo.
2.º - O não cumprimento, no ano passado, da palavra que tinha sido dada ao FC Lixa para execução de um contrato de publicidade nas camisolas, o que, se fosse cumprido, não teria posto o clube da Lixa em desespero quanto à sua sobrevivência.
3.º - A Câmara comprometeu-se, na época passada, e até anunciou publicamente várias vezes, que pagou as inscrições na AF Porto dos atletas amadores, dos escalões jovens do FC Lixa, do Clube Académico de Felgueiras, do Barrosas, Regilde, FCF-Felgueiras, quando, na verdade, até hoje, ainda nada pagou. Ou será que pagou a algum ou alguns clubes em especial? Seria importante saber-se a verdade.
"Qual será mais benéfico para o concelho? Apoiar as muitas centenas de jovens do nosso concelho a praticar desporto, desviando-os de perigos emitentes, ou “desperdiçar” os dinheiros da Câmara a patrocinar provas profissionais de Ciclismo, que montam o “circo” hoje e levantam amanhã, levando consigo dezenas de milhares de euros dos cofres do município?"
Para finalizar, qual será mais benéfico para o concelho? Apoiar as muitas centenas de jovens do nosso concelho a praticar desporto, desviando-os de perigos emitentes, ou “desperdiçar” os dinheiros da Câmara a patrocinar provas profissionais de Ciclismo, que montam o “circo” hoje e levantam amanhã, levando consigo dezenas de milhares de euros dos cofres do município, alimentado pelos nossos contributos. Não será isto uma vaidade saloia, a de pretender, de forma megalómana, realizar grandes eventos, pagos a preço de ouro, e ter os nossos jovens a praticar desporto utilizando terrenos pelados, balneários em contentores degradados (tipo terceiro-mundistas) e sem qualquer tipo de apoio?
Infelizmente, é esta a nossa triste sina, enquanto formos (des)governados pela actual maioria política na autarquia. É altura de todos nós fazermos uma retrospectiva destes péssimos dois anos de governação “Sempre Presente”. O slogan do marketing político do “Sempre Presente” é “Felgueiras, terra com futuro” – concordo, nada mais verdadeiro. Só que, na verdade, com esta política desastrosa e com estes actores políticos desvairados, o nosso “futuro” será de bandeiras negras defraudadas ao vento. A História, um dia, há-de dar razão àqueles que neste concelho têm a coragem, a frontalidade, sem cobardias, de levantar a voz contra o Absolutismo instalado.
Nota do Editor do Diário de Felgueiras:
Os artigos publicados neste blogue ou nele reproduzidos de outras publicações são da responsabilidade dos seus autores, não reflectindo as opiniões neles expressas obrigatoriamente a opinião da nossa linha editorial
quinta-feira, agosto 09, 2007
A necessidade de sermos cidadãos exigentes
A ideia não é original. Maria de Lurdes Pintassilgo insistia nisso. Que as pessoas comuns deviam reunir-se, apartidariamente o quanto possível, para responsabilizarem os políticos quando estes podiam ter feito algo de bom para as comunidades e não o fazem, por interesse pessoal ou partidário, bem como quando, no pior quadro, o mesmo poder se revele ostensivo e destruidor das condições de vida dos cidadãos. É que, na filosofia das grandes religiões mundiais, o Pecado tanto advém do acto de pecar como ode omitir o bem que devia ter sido feito.
Porém, gostaríamos de lembrar que esse trabalho – se for efectivamente um trabalho genuíno de cidadania – é bastante moroso, longo; os frutos, depois da semente lançada, começarão a ser colhidos, pelo menos, ao fim de uma geração. 25 anos! Recordamos, a propósito, os Foruns Justiça lançados, há 20 anos, por diversos grupos de cidadãos e acabaram por se diluír. O trabalho não foi genuíno ou foi partidário. Contudo, ficaram as experiências; o presente pode ser um bom corrector de ideias.
Recentemente, Saldanha Sanches, em palavras à RTP 2, referiu-se a qualquer coisa sobre o relacionamento entre o Ministério Público nos meios da província e os poderes locais. Não queremos ir por aí; queremos ainda ter a “inocência” de acreditar na independência do poder judicial em relação ao político. No entanto, perguntamos: estarão os senhores procuradores da República “munidos” de uma revolucionária consciencialização quanto a esta matéria, não só no aspecto jurídico-legal, mas também no capítulo de uma cultura cívica, como a que se vive nos países da Europa Central? Nestes países, os cidadãos organizam-se...
Portugal está a anos-luz de o processo chegar ao fim. Até lá, vamos insistindo, criando raízes para a causa. A Cultura, luz do Homem, é o meio mais eficaz para consciencialização dos cidadãos no que toca àquilo de que carecem mais: participação e cidadania.
Portanto, meus amigos, mãos à obra!
quarta-feira, agosto 08, 2007
Está na forja a Frente Democrática de Felgueiras
A ideia não visa apenas a eleição para a Câmara. A Assembleia Municipal e as Juntas de Freguesia estão nos objectivos deste grupo embrionário. A nível das freguesias, o referido grupo entende que, se se for criada essa mega-coligação, irá ser possível retirar a confiança política e não ser patrocinada a recandidatura dos presidentes de junta do PS e do PSD que na Assembleia Municipal votam sistematicamente a favor das propostas de Fátima Felgueiras e do seu movimento político independente.
Resta agora saber se a Concelhia do PS, liderada por Eduardo Bragança, e a do PSD, presidida por João Sousa, aceitarão os argumentos do mencionado grupo de pessoas ligadas a estes dois partidos. Se aceitaram, obviamente, que o assunto terá que ter o aval das estruturas distritais e nacionais dos partidos.
segunda-feira, agosto 06, 2007
Eduardo Teixeira prescinde de debate instrutório no processo movido por Caldas Afonso e contrata o advogado António Marinho para o defender
O Diário de Felgueiras (DF) apurou que Eduardo Teixeira, destacado militante do PSD e membro da bancada laranja na Assembleia Municipal, prescindiu do pedido de abertura de debate instrutório em relação ao processo-crime, por alegada difamação, que lhe foi movido, há meses, por Caldas Afonso, vereador que encabeçou a lista do partido à Câmara nas últimas autárquicas, em cujo elenco, curiosamente, Eduardo Teixeira fez parte, em lugar eligível (4.º).
Ao mesmo tempo, mais apurámos que Eduardo Teixeira acaba de contratar o mediático advogado e comentador televisivo sobre assuntos judiciais António Marinho, que tem escritório em Coimbra e é uma figura controversa e crítica em relação ao sistema judicial português. Recorde-se a enérgica argumentação usada por Marinho quando o ex-bastonário da Ordem dos Advogados José Miguel Júdice defendeu a criação de uma norma jurídica que torna-se incompatível a acumulação das actividades de advogado e de jornalista. Marinho, sem papas na língua, replicou, dizendo que a seta estava a ser apontada directamente para si, para o silenciarem, pelo que a ideia de Júdice cedo se esvaneceu.
Com efeito, ao não ser pedido debate instrutório, a marcação do julgamento é muito mais célere. Este caso poderá ser julgado já no próximo mês, em Setembro.
