terça-feira, novembro 14, 2006

Queixa-crime contra o ISCEF

Um grupo de sete finalistas do curso de Turismo, Hotelaria e Termalismo, do Instituto Superior de Ciências Educativas de Felgueiras (ISCEF), do regime privado, apresentou, ontem, no posto da GNR local, uma queixa-crime, por alegada burla e fraude.

A iniciativa surge na sequência do despacho do ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Mariano Gago, que não reconhece a licenciatura e o bacharelato, alegando que o curso em questão nunca fora autorizado.

Tal como o JN noticiou anteriormente, 115 alunos formados desde 1995 pelos institutos de Felgueiras e de Mangualde, com sede em Odivelas e pertencente à Pedago - Sociedade de Empreendimentos Pedagógicos, ficaram com o curso invalidado, mesmo depois de as escolas terem passado os diplomas.

Em Março, o Ministério suspendeu o exercício deste curso em Felgueiras, ficando, na altura, em aberto um processo de averiguações sobre o curso em todas escolas da Pedago, até à recente decisão.

Eduarda Raposo e Filipa Pinto, porta-vozes do grupo, ouvidas pelo JN, mostram-se revoltadas "Quando já procurávamos emprego, acreditando que o esforço de quatro anos tinha valido a pena, vem esta notícia. Apresentámos queixa na GNR porque fomos burlado. É inadmissível. Pagávamos 250 euros por mês".

As jovens salientam ainda que "os alunos nunca foram avisados de que não havia a autorização".

"Tornámos a ser enganados quando o Ministério suspendeu o curso no Instituto de Felgueiras, em Março. Éramos 32 alunos, a escola mandou-nos para Odivelas, dizendo que, se o acabássemos lá o curso, este ficaria válido, o que foi mais uma mentira".

O JN tentou ouvir a directora da escola, Isabel de Melo, mas até à hora de fecho desta edição não houve qualquer disponibilidade por parte da responsável pela gestão do estabelecimento de ensino.

sábado, novembro 11, 2006

Valsinha

Letra e voz: Chico Buarque / Música: Vinícius de Moraes










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sexta-feira, novembro 10, 2006

Última hora

António Rocha poderá apresentar, logo à noite, na Assembleia Geral dos Irmãos da Misericórdia, uma lista candidata aos novos órgãos sociais, segundo apurou o DF de fonte próxima da eventual equipa encabeçada pelo conhecido médico de Felgueiras. "Tudo está dependente dos apoios alcançados, ou não", por António Rocha, até à hora do início da reunião magna - garantiu-nos a nossa fonte, que quis esclarecer: "Ao contrário dos boatos que correm na cidade, esta equipa não conta com o apoio político de ninguém e, muito menos, do movimento Sempre Presente".

Leigos para o Desenvolvimento

Idalina Neto Gomes



Idalina Neto Gomes era missionária leiga, isto é, não estava ligada a nenhuma congregação; pertencia aos voluntários "Leigos para o Desenvolvimento".

Aos leitores que quiserem conhecerem um pouco a obra do referido movimento, a seguir deixamos o link com acesso ao seu "site".



"Site" Leigos para o Desenvolvimento (CLIQUE AQUI)

Tributo a Idalina Neto Gomes

Idalina Gomes foi morta em missão


"Todo aquele que procurar salvar a sua vida, perdê-la-á,
mas todo o que a perder, encontrá-la-á”

(Lucas 17.33)


Foi ontem a enterrar a missionária portuguesa, de 30 anos, natural de Aguiar da Beira, Idalina Neto Gomes, assassinada em Moçambique, onde se encontrava em missão. Trocou uma promissora carreira de advogada para acudir aos excluídos do mundo, longe do sucesso e da fama.

Não é muito natural no mundo de hoje – marcado pela ânsia de sucesso, dinheiro, sexo e poder – preferir a opção de vida mais difícil de todas, que é a de estar de coração aberto e fecundo com os empobrecidos da sociedade, em que as referências mais válidas se encontram adormecidas.

Crentes ou não, somos todos chamados diariamente a dar um pouco das nossas vidas pelos outros, para transformarmos o mundo de forma mais positiva.

Ouça e veja o videoclipe que dedicamos à missionária.




"Avé Maria", Les Choristes Live




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Dia do Viticultor "destrona" agricultor

O Dia do Viticultor, em Felgueiras, vai comemorar-se, pela primeira vez, depois de amanhã, em Felgueiras, substituindo o Dia do Agricultor. A organização é da Confraria do Vinho Verde, criada em Maio deste ano, cuja chanceler é Fátima Felgueiras, presidente da Câmara Municipal.
A entidade organizadora conta com o apoio da Cooperativa Agrícola de Felgueiras, da Quinta da Lixa e da Sociedade dos Vinhos Borges.
Do programa consta uma concentração de confrades, pelas 10.30 horas, na Praça das Comunidades Lusíadas, no centro da cidade, seguindo-se um cortejo até à igreja matriz, onde, às 11 horas, será celebrada missa de acção de graças e da bênção do vinho novo.
O pároco antecipou a eucaristia dominical para os fiéis em geral para as 10 horas, para permitir mais à-vontade aos confrades na cerimónia de gala.

Segue-se um almoço e um magusto.


JN, 10.11.2006 (CLIQUE AQUI)

quinta-feira, novembro 09, 2006

Misericódia vai a votos (texto alterado)

A Santa Casa da Misericórdia de Felgueiras vai eleger os seus novos órgãos sociais, em assembleia-geral marcada para amanhã (sexta-feira).


Setenta é o número dos Irmãos “activos” – ou seja, os que participam nas reuniões magnas e que acompanham mais de perto a actividade da Irmandade. Este número restrito dificulta o surgimento de várias listas concorrentes, no que toca ao preencimento dos lugares; quase sempre se apresenta uma única lista a sufrágio.


A linha de José Martins (actual provedor) deverá apresentar a candidatura da continuidade. O DF quis saber se, para além do “candidato oficial”, irão surgir, ou não, candidaturas concorrentes, para que aquela não se perfile como lista única.


Dos contactos por nós encetados, apurámos que há vontade de alguns Irmãos formarem uma lista alternativa. Na forja terá estado uma equipa apoiada por uma facção política do concelho, mas acabou por desistir, por falta de elementos que preenchessem todos os lugares da lista. Mesmo assim, hoje, nos bastidores da cidade, decorriam movimentações no sentido de um médico Irmão da Santa Casa encabeçar uma equipa adversária à da continuidade.

Câmara vai ajudar feirantes da Lixa

Fátima Felgueiras, presidente da Câmara de Felgueiras, comprometeu-se a resolver os problemas dos feirantes quanto à falta de condições de exploração no designado Lugar da Feira, na Lixa, afirmou, ao JN, Fernando Teixeira, porta-voz dos vendedores.

Os comerciantes paralisaram anteontem (a feira realiza-se às terças-feiras) e quase meia centena concentrou-se à porta da Câmara, reclamando contra o facto de não poderem montar toldos, por falta de buracos no solo e de argolas; da falta de casas de banho, de bancas e água para o peixe.E protestaram contra o aumento de 50% da tarifa mensal de ocupação.".

Na reunião que tivemos com a presidente, ela comprometeu-se mandar fazer, já esta semana, os buracos no chão e colocar argolas para as tendas. Prometeu que, provisoriamente, vão ser colocadas casas de banho ambulantes", informou Fernando Teixeira

quarta-feira, novembro 08, 2006

Queixas na feira da Lixa

Cerca de 40 feirantes concentraram-se, ontem de manhã, à porta da Câmara de Felgueiras para protestar contra a falta de condições na feira semanal da Lixa. A contestação surgiu no dia em ia ser estreado o espaço remodelado no Largo da Feira, em área descoberta. Os vendedores ambulantes protestaram também contra o aumento da taxa mensal de ocupação, na ordem dos 50% (cerca de 70 euros), o que, na sua opinião, torna a tarifa "a mais cara nos concelhos do Norte".
A concentração foi precedida da paralisação da quase totalidade dos comerciantes que às terças-feiras afluem à Lixa (em 200, mais de 90% aderiram aos protestos). Apenas se mantiveram no local os vendedores de produtos hortícolas, de frutas e alguns de peixe.Os feirantes queixam-se, principalmente, de não poder colocar toldos no remodelado espaço, ao contrário do que antes acontecia. O solo não tem buracos para os suportes das tendas nem argolas para as prender. A falta de casas de banho e de água para manter o peixe fresco são mais dois motivos para as reclamações.
Fernando Teixeira, porta-voz dos feirantes, ouvido pelo JN, refere "Está é uma situação lamentável e desumana. Como o lugar é descoberto, os comerciantes precisam de montar tendas, tanto mais que já não estamos no Verão Também não temos casas de banho, o que não se compreende em instalações remodeladas. Não temos água e isso faz-nos muito falta. Não estamos a pagar pouco. Também não concordamos com o valor das mensalidades de ocupação, que é de cerca de 70 euros. É certo que as dimensões das unidades da feira foram alargadas, mas nem de longe nem de perto se justifica um aumento de 50% da taxa de ocupação". O porta-voz dos feirantes acrescentou que aguardava que a presidente da Câmara, Fátima Felgueiras, marcasse uma audiência para falar dos problemas na feira da Lixa.
O JN procurou ouvir a autarquia, tendo feito perguntas por escrito, a pedido de Pedro Magalhães, chefe de gabinete de Fátima Felgueiras. As respostas não chegaram em tempo útil.

Fonte da notícia e foto: JN