Reacção de Inácio Lemos, no seu blogue, "A Rosa" (clique aqui, para aceder ao link)
sexta-feira, setembro 15, 2006
"As duas Fátimas da polémica (Correio da Manhã, de hoje)
quinta-feira, setembro 14, 2006
Blogues portugueses condenados pelas FARC-EP
A organização mafiosa - que se auto-intitula "de esquerda e revolucionária", mas que não são nada disso - acusam-nos de sermos, politicamente, "de direita" ou "identificados com governos que se dizem de esquerda", que "resolveram abandonar o seu lugar na luta para passarem para a social-democracia".
Caricatas são as afirmações sobre a motivação que nos levou a tomar partido pela vida. condenando o narcotráfico, extorsões, raptos, sequestros e assassinatos levados a cabo pelas FARC-EP. Foi bom terem reagido; é indicador de que a campanha dos blogues portugueses está a surtir efeito positivos. Fazemos votos para que aconteça o mais rápido possível a libertação de Ingrid Betancourt, sequestrada há 4 anos pela organização e mantida refém durante este tempo todo, bem como todos os sequestrados do movimento.
Fátima, a Virgem e os pastorinhos (notícia JN)
terça-feira, setembro 12, 2006
Terrenos da Alameda de Santa Quitéria, da propriedade da Confraria, reclamados por uma entidade local.
Documento de propriedade emitido pela Conservatória de Registo Predial
reconhece que os terrenos em causa são da Confraria de Santa Quitéria.
(clique na imagem, para a ampliar)
Elementos da direcção da Confraria de Santa Quitéria informaram o DF de que, nos últimos dias, há uma entidade que anda reivindicar, junto da direcção da irmandade, a propriedade dos terrenos da Alameda do monte, quando, na verdade, os mesmos pertencem à confraria, conforme documento de direito de propriedade emitido pela Conservatória do Registo Predial de Felgueiras, do qual as mesmas fontes nos facultaram uma cópia. Aliás, já em 1936 um acórdão do Supremo Tribunal de Justiça reconhecia que aqueles terrenos são da irmandade.
Segundo os referidos dirigentes, a confraria acaba de receber uma carta da falada entidade, que pede aos confrades para lhe mandarem documentos comprovativos de como o espaço em causa é da confraria, quando o mais lógico seria a entidade reclamante fazer prova das suas afirmações.
A direcção da confraria deu conhecimento do assunto ao bispo do Porto, D. Armindo Lopes Coelho.
No entanto, dentro da direcção da irmandade há um grupo muito restrito de elementos que demonstra a sua enérgica repulsa por esta situação; os restantes são vistos pelo mesmo como passivos demais em relação à atitude que o assunto merece. Há o mito generalizado, dizem as mesmas fontes, de que a pessoa a que preside à entidade reclamante “não gosta de dar o braço a torcer”. Apenas um dos inconformados está disposto de, em caso extremo, denunciar publicamente o assunto.
A manter-se a alegada tentativa de apropriação daquele terreno por terceiros, o recurso aos tribunais devia ser o caminho mais provável. Enquanto se mantiver o silêncio da direcção da confraria, sendo a parte visada, o DF não dará o devido tratamento informativo, porque, mais tarde, a irmandade, oficialmente, poderia vir a negar os factos, dados os afectos sociais existentes entre pessoas das partes envolvidas no imbróglio.
O DF optou pelo mínimo registo sobre o assunto, neste post, para dar conta apenas de que algo se está a passar, aparentemente sem a necessária resistência de quem tem a obrigação de velar pelos interesses de uma irmandade, por sinal, da maior confissão religiosa em Portugal.
Convite dos BV Lixa
segunda-feira, setembro 11, 2006
O outro 11 de Setembro
nesta parte da cidade.
Somos cinco mil.
Quantos seremos no total
nas cidades e em todo o país?
Somente aqui, dez mil mãos que semeiam
e fazem andar as fábricas.
Quanta humanidade
com fome, frio, pânico, dor,
pressão moral, terror e loucura!...
Que espanto causa o rosto do fascismo!...
É este o mundo que criaste, meu Deus?
Foi para isto os teus sete dias de assombro e de trabalho?
De seguida, veja os quatros vídeos alusivos ao tema. Para que tal não se repita!
sábado, setembro 09, 2006
Sexagenária morreu atropelada
Foto do DF
Uma sexagenária faleceu vítima de acidente, anteontem, por volta das 20,30 horas, perto de sua casa, no lugar da Quintã, em Felgueiras, por suposto atropelamento por um camião. As circunstâncias ainda não foram totalmente apuradas, tendo o Ministério Público (MP) ordenado imediatamente um inquérito.
Sabe-se que a malograda senhora, Maria Luísa Ferreira da Silva, de 67 anos, reformada, casada e sem filhos, caminhava àquela hora por um dos passeios daquele lugar. O acidente ter-se-á dado numa parte do corredor que apresenta solo desnivelado, frente a uma entrada para uma residência.
Maria Luísa recebeu os primeiros socorros no Hospital de Felgueiras, que a encaminhou para “S. Marcos”, em Braga. O INEM veio ao encontro dos bombeiros no caminho para Braga, mas Luísa acabou por falecer.
O camião que, alegadamente, atropelou a senhora não parou, prosseguindo em viagem, por fuga intencional ou por não se ter apercebido da tragédia. A GNR, ontem, acabou por identificar três motoristas e acredita que foi um deles. Trata-se de condutores de três camiões, oriundos de Vila Real, que, àquela hora, passavam no local, quase em fila.
sexta-feira, setembro 08, 2006
Mensagem de agradecimento
É o seguinte o teor da mensagem:
« Merci de l'intérêt que vous portez à notre cause, c'est grâce à la mobilisation permanente de tous que les otages seront libérés... », cuja tradução para português é a que se segue : «Obrigado pelo interesse em transmitir a nossa causa, é graça à mobilização permanente de todos que os reféns serão libertados»
Crónica de Marco Geodésico
“Os fidalgos também roubam” foi uma das muitas peças que já passaram pelo Teatro Municipal Fonseca Moreira, no caso concreto, em Maio de 2003.
Ontem a referia peça, cujo título acabo de adaptar para uma expressão mais suave, veio-me à memória depois de a minha comadre Suror Saudade me ter jurado a pés juntos que assistiu, há dias, em plena rua desta cidade, a uma cena muito caricata: um cavalheiro muito prestigiado cá no burgo – conceituado empresário, actualmente, a exercer um cargo público –, foi confrontado por um comerciante a reclamar uma dividia, superior a 100 euros, contraída há mais de um ano.
Segundo a bisbilhoteira da minha comadre, que anda sempre a levar e a trazer, o referido comerciante, na troca de palavras azedas, recordou ao devedor que o montante em falta passa dos 100 euros e, como bom pagador de impostos, que precisa deles para manter os vícios e os caprichos dos que governam o país. Ao mesmo tempo, recordou-lhe que uma encomenda feita pelo mesmo cavalheiro – cujo valor é estimado em mais de 5 mil euros, tendo sido feita a encomenda na mesma altura em que foi pedido o produto ainda em divida – ainda não foi levantada e que está a “apodrecer” no seu estabelecimento, com esse grave prejuízo em mãos e já sem a possibilidade de devolver ao fabricante.
Os fidalgos também devem e nem sempre cumprem com a palavra dada.






