sábado, novembro 26, 2005
"É urgente... (I)", de Júlio C.
Diário de Felgueiras, editado por
José Carlos Pereira
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sábado, novembro 26, 2005
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sexta-feira, novembro 25, 2005
Concurso fotográfico "Repórter Crítico"
O Diário de Felgueiras vai editar todos os sábados um concurso fotográfico “Repórter Crítico” sobre o concelho de Felgueiras, que abordem, preferencialmente, situações ou pontos de vista inéditos, como, por exemplo, que ilustrem aspectos positivos a nível infraestrutural, ambiental e urbanístico, que devam ser enaltecidos, e aspectos menos positivos, que mereçam ser corrigidos.
Publicaremos semanalmente quatro, cinco ou mais fotos enviadas pelos nossos leitores, que podem assinar com nome próprio ou com pseudónimo. Na última edição do concurso, que ainda não sabemos quando, publicaremos todas as fotos que forem passando nas sucessivas eliminatórias.
Publicaremos semanalmente quatro, cinco ou mais fotos enviadas pelos nossos leitores, que podem assinar com nome próprio ou com pseudónimo. Na última edição do concurso, que ainda não sabemos quando, publicaremos todas as fotos que forem passando nas sucessivas eliminatórias.
Os autores poderão escrever uma pequena frase como espécie ou descriminação do local fotografado.
Os leitores apaixonados pela fotografia e pelo seu concelho podem enviar os seus trabalhos para o seguinte e-mail: diario.felgueiras@mail.pt As votações para a escolha das fotos premiadas deverão ser enviadas para o mesmo e-mail.
Participe!
Os leitores apaixonados pela fotografia e pelo seu concelho podem enviar os seus trabalhos para o seguinte e-mail: diario.felgueiras@mail.pt As votações para a escolha das fotos premiadas deverão ser enviadas para o mesmo e-mail.
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Diário de Felgueiras, editado por
José Carlos Pereira
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sexta-feira, novembro 25, 2005
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terça-feira, novembro 15, 2005
Autor de blog foi absolvido
Autor de blog foi absolvidoO autor do blog "Do Portugal Profundo", António Caldeira, foi absolvido, ontem, pelo Tribunal de Alcobaça, do crime de desobediência instaurado pelo Ministério Público. O tribunal não deu como provado que o arguido conhecia a existência e teor do despacho que proibia a publicação de matérias do processo Casa Pia no blog quando António Caldeira, professor universitário, resolveu partilhar e narrar excertos das peças processuais e documentos. Ficou ainda por comprovar que o cidadão agiu sabendo que a sua conduta era censurada, proibida e punida por lei.
À saída do tribunal, vestido de preto - dizendo-se de "luto pelo Estado" -, Caldeira disse que estava satisfeito com o resultado da audiência, uma vez que desconhecia a impossibilidade de publicar "peças sobre a Casa Pia" no seu blog. "Isto não é mais que um processo político e um caso de perseguição às pessoas que defendem os alunos da Casa Pia", considerou Caldeira. O professor universitário, residente em Alcobaça, adiantou que o blog vai "seguir a mesma linha em luta pela liberdade e democracia". Após a leitura da sentença, o arguido considerou que sente um grande alívio, pelo facto de "haver sectores do poder judicial que procuram manter a sua independência. Até porque o Estado é controlado pela rede pedófila". Para António Caldeira, "há uma vitória da cidadania e da blogosfera contra o poder". Ao longo de vários meses, durante o ano de 2004, o arguido divulgou na Internet informações sobre o processo Casa Pia, chegando a incluir no blog um relatório do Serviço de Informações e Segurança.
No dia 27 de Outubro do ano passado, quatro agentes da PJ de Leiria efectuaram buscas na residência de Caldeira, bem como na residência da mãe. No final das buscas, foi constituído arguido e decretado termo de identidade e residência. "São momentos que jamais esqueceremos", lembrou aos jornalistas António Caldeira, à porta do Tribunal de Alcobaça.
(JN, 15 de Novembro de 2005)
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José Carlos Pereira
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terça-feira, novembro 15, 2005
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sábado, novembro 12, 2005
Publicidade

Os jornais nacionais publicaram, hoje, nas suas páginas de Política, um anúncio de publicidade paga (para já, de autoria anónima), onde se apela ao voto em branco. As alegações para tal apelo até não estão muito erradas, mas...
Falta saber se o referido anúncio parte de um movimento organizado, quiça anarquista, ou de um solitário leitor de José Saramago, romancista que, no "Ensaio sobre a Lucidez", aborda a temática do voto em branco.
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José Carlos Pereira
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quarta-feira, novembro 09, 2005
Foto do dia
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quarta-feira, novembro 09, 2005
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domingo, novembro 06, 2005
Tecnologia ao serviço da solidariedade partidária
A Comissão Política do PSD/Felgueiras ainda cisma com o facto de um terço dos seus eleitos para a Assembleia Municipal terem preterido Francisco Cunha na eleição (secreta) para a mesa do hemiciclo.
A Concelhia já saberá quais os deputados da sua bancada que quebraram a solidariedade partidária, que não terão sido 7, mas 10, segundo uma fonte social-democrata, que diz ter a informação que 3 eleitos pelo PS votaram em Francisco Cunha.
Segundo a mesma fonte, um dos deputados da bancada laranja (um autarca-dinossauro do concelho, recém chegado ao partido), que era o principal suspeito, exibiu, na sede do PSD, uma foto do boletim de voto tirada por telemóvel no acto da votação. E, de facto, lá estava a cruzinha na lista do partido.
Sem dúvida que foi uma ideia original, que até pode fazer escola, tanto mais que daqui a quatro anos a tecnologia dos telemóveis deverá estar ainda mais avançada, quiçá com boa captação de vídeo.
A Concelhia já saberá quais os deputados da sua bancada que quebraram a solidariedade partidária, que não terão sido 7, mas 10, segundo uma fonte social-democrata, que diz ter a informação que 3 eleitos pelo PS votaram em Francisco Cunha.
Segundo a mesma fonte, um dos deputados da bancada laranja (um autarca-dinossauro do concelho, recém chegado ao partido), que era o principal suspeito, exibiu, na sede do PSD, uma foto do boletim de voto tirada por telemóvel no acto da votação. E, de facto, lá estava a cruzinha na lista do partido.
Sem dúvida que foi uma ideia original, que até pode fazer escola, tanto mais que daqui a quatro anos a tecnologia dos telemóveis deverá estar ainda mais avançada, quiçá com boa captação de vídeo.
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José Carlos Pereira
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domingo, novembro 06, 2005
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quinta-feira, novembro 03, 2005
Direito de resposta
A entrevista de Marques da Silva, publicada no blog Diário de Felgueiras, é uma amálgama de disparates, repetições e confusões que deixam qualquer militante do Partido Socialista admirado e perplexo. Como pode alguém que não é militante do PS e que até ao dia 12 de Agosto nunca tinha tido qualquer contacto com o PS e que se apresentou como independente nas listas do Partido Socialista, imiscuir-se na vida interna de um partido democrático, sério e com regras?
A forma afrontosa e ofensiva com que fala de Partido Socialista demonstram um claro desconhecimento quer da vida democrática do Partido Socialista quer dos estatutos pelo qual se regem os militantes socialistas. Por isso espero que esse senhor nunca mais fale publicamente do PS/Felgueiras e da vida interna do PS/Felgueiras.
Quanto à propalada “ confusão, propositadamente, gerada à volta da legitimidade da própria candidatura; (…)”, aconselho a uma leitura atenta e cuidada dos estatutos do PS, nomeadamente do art. 41º - sobre as competências da Comissão Política Concelhia – alínea d) onde se lê: aprovar, nos termos do art. 91º, as listas de candidatos aos órgãos autárquicos do respectivo concelho. No art. 91º - da designação para cargos políticos – ponto 1, a designação de cargos políticos compete; alínea b) À CPC, quando se trate de cargos de âmbito concelhio ou relativamente às freguesias, às quais não corresponde secção de residência. Perante isto, facilmente se conclui que se alguém propositadamente feriu a legitimidade e legalidade da candidatura foi o candidato e todos aqueles que o acompanharam nesse processo de autodestruição, de desrespeito e de afronta. Nunca a maioria da CPC impôs qualquer nome, apenas pretendia que o segundo, quarto, sexto, oitavo e décimo lugar da lista à CMF fossem ocupados por militantes do PS e que o primeiro lugar à AM fosse ocupado também por um militante do PS.
É indigna e ofensiva a forma como tratou o Dr. Almeida Santos, Presidente do PS. Pessoa por quem todos os socialistas nutrem carinho, admiração e que é uma referência não só do PS mas da democracia portuguesa e que não merecia ser tratado de forma tão ofensiva por pessoas que no seu currículo não se lhe reconhece qualquer mérito ou feito de relevo político e social.
E para terminar esta polémica, o PS local apenas concorreu às Assembleias de Freguesia, conforme se pode aferir do acórdão do Tribunal Constitucional.
Defender o Partido que represento e que sou presidente não me parece que isso seja motivo de hipocrisia. Hipócritas são todos aqueles que fizeram o seu percurso político em partidos de direita e extrema-direita e que agora se apelidam de socialistas. Nunca duvidei dos meus ideais políticos, nunca acompanhei visitas a freguesias em excursões do CDS/PP, nunca escrevi contra o Partido Socialista, contra a gestão socialista e contra os autarcas socialistas, esses que o fizeram é que são hipócritas. Esse tipo de pessoas fazem lembrar os jogadores de futebol que quando deixam um clube e chegam por exemplo ao Porto, Benfica ou Sporting a primeira coisa que dizem é “desde pequenino sempre fui do Benfica” ou “desde pequenino sempre fui do Porto” ou “desde pequenino sempre fui do Sporting” conforme o clube que assinam. Qualquer dia ainda vamos ouvir que Marques da Silva quando nasceu já trazia o cartão de militante do PS na mão!Foi este tipo de hipocrisia que os felgueirenses castigaram! Os felgueirenses são pessoas inteligentes e identificam quem são os oportunistas e hipócritas mesmo quando as condições climatéricas são as mais adversas. Por isso preferem ser conduzidos através do retrovisor do que com um motorista hipócrita, oportunista e contorcionista.
O PS/Felgueiras tem um presidente, um secretariado e uma comissão política. Até às próximas eleições internas compete a esta comissão política assegurar uma adequada coordenação entre os autarcas eleitos para os órgão locais e as estruturas do Partido, tendo em vista a definição conjunta da política autárquica a prosseguir no âmbito concelhio, - Estatutos o Partido Socialista, art. 41, alínea f). Por isso quem representa o PS/Felgueiras em reuniões ou outras iniciativas que visem os interesses do concelho de Felgueiras é o seu presidente ou alguém por ele indicado. Quem orienta os eleitos locais é o presidente do PS sobe orientação da comissão política, por isso quem não estiver disponível a aceitar estas regras deve automaticamente suspender os cargos para os quais foram eleitos. O PS é um partido com regras!
Compete aos militantes do PS desenharem as suas linhas de orientação e de rumo. Mal estaria o PS/Felgueiras se agora se iria socorrer dos coveiros de 9 de Outubro. O PS/Felgueiras não precisa de um refresh – porque isso é ficar tudo na mesma, isso é restaurar o sistema, isso é restaurar algo que por motivos alheios não ficou disponível no momento – o PS/Felgueiras necessita de um upgrade – é preciso dotar o PS com mais e melhor capacidade e desempenho, ou seja é necessário substituir as peças obsoletas que já não respondem com eficácia aos desafios do presente e do futuro – isto para falar numa linguagem informática.
Quantos aos inúmeros dislates que estão plasmados ao longo da entrevista, deixo para que o tempo se encarregue de dar a resposta foi assim no passado, estou certo que também o será no futuro.
Para terminar este meu comentário, quero deixar uma citação do Padre António Vieira sobre a natureza do homem, “duas coisas há nos homens que os costumam fazer roncadores, porque ambos incham: o saber e o poder.”
Para terminar este meu comentário, quero deixar uma citação do Padre António Vieira sobre a natureza do homem, “duas coisas há nos homens que os costumam fazer roncadores, porque ambos incham: o saber e o poder.”
Diário de Felgueiras, editado por
José Carlos Pereira
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quinta-feira, novembro 03, 2005
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terça-feira, novembro 01, 2005
Sousa Oliveira emite comunicado
Sousa Oliveira, ex-marido de Fátima Felgueiras, desmentiu hoje, em comunicado, ter pressionado um magistrado do Ministério Público e instou a Procuradoria-Geral da República (PGR) a "apurar com brevidade as falsas suspeitas levantadas"."Nunca falei com o magistrado, sobre o caso judicial que envolve Fátima Felgueiras", afirma Sousa Oliveira, aludindo ao magistrado José Luís Lopes da Mota, que se encontra actualmente colocado no Eurojust, organismo que coordena os departamentos de luta contra a corrupção no espaço europeu.
No comunicado, Sousa Oliveira garante que, "desde que esse Alto Magistrado saiu do Tribunal de Felgueiras para Lisboa, há largos anos, contam-se, pelos dedos de uma mão, as vezes que mantivemos qualquer tipo de contacto".
A tomada de posição de Sousa Oliveira surge na sequência de uma notícia publicada ontem pelo jornal Público sobre o assunto, e que motivou um comunicado da PGR anunciando estar a decorrer uma investigação sobre um alegado telefonema de Sousa Oliveira para aquele magistrado.
No documento, a PGR desmente que uma cópia da denúncia contra Fátima Felgueiras tivesse sido entregue por um magistrado à autarca, conforme escreveu aquele diário.
A PGR garante que nunca recebeu informação de que um ou mais magistrados do Ministério Público tivessem sofrido pressões relativamente ao "caso Fátima Felgueiras", nomeadamente para beneficiar a arguida.
Apesar do desmentido, a Procuradoria adianta que "a respeito do relato atribuído ao ex-marido da autarca, segundo o qual teria havido um contacto telefónico para Bruxelas com aquele magistrado, confirma-se que o teor da notícia, nesse particular, coincide com informação já prestada a esta PGR".
Sousa Oliveira argumenta que "qualquer exposição, sobre pressões exercidas sobre quem quer que seja, nomeadamente magistrados, que tenha chegado às mãos do Procurador Souto Moura, carece de suportes probatórios verdadeiros e credíveis porque, a existir, assenta em factos absolutamente falsos e lamentáveis".
"A gravidade do que é dito é tão grande que, neste momento, a Procuradoria não tem apenas o direito, mas o dever, em nome da sua própria credibilidade, de apurar com a máxima brevidade, as falsas suspeitas levantadas", assinala.
Sublinha que, "se assim não for, estará a própria PGR a contribuir para aprofundar os danos, desde já irreparáveis, causados à instituição e a todos os que foram envolvidos".
Sousa Oliveira adianta que "a origem e motivações dessas suspeitas falsas têm de ser desvendadas porque são movidas apenas com um grande objectivo: continuar a manchar a imagem pública de Fátima Felgueiras, agora que o processo começa a ser desmontado, para com isso perturbar o normal curso da justiça".
"Criaram um monstro e, como agora não lhes corre de feição, recuperam invenções antigas, falsas e maquiavélicas, para pressionar actuações que lhes sejam convenientes", afirma.
O advogado estranha que "as notícias surjam, curiosamente, uma semana depois de o Tribunal da Relação de Guimarães ter anulado os depoimentos prestados em fase de inquérito por três testemunhas, que apesar de se terem afirmado autores confessos de crimes, foram mantidos ilegalmente na qualidade de testemunhas durante quatro anos".
"A PJ de Braga desejaria mesmo que lhes tivesse sido aplicado, apenas, o estatuto de arrependidos", acusa, perguntando porque "ninguém questiona este comportamento da PJ, no mínimo estranho?".
Acrescenta que "como não podem pôr em causa a decisão do Tribunal da Relação, todos os que servem esta estratégia de condenação em praça pública, falam em fortíssimas pressões e até em poder de influência sobre magistrados, apenas com o intuito de impressionar e ludibriar a opinião pública".
"É a velha história, conhecida e mantida desde o início do processo, há já seis anos: querem dizer que Fátima Felgueiras é a "toda poderosa" que tudo c ontrola, tudo domina. Estranho é, então, que não tenha conseguido evitar que lhe fosse decretada a prisão preventiva", observa.
Sousa Oliveira termina, adiantando estar marcado para Janeiro no Tribun al de Felgueiras o julgamento do director do jornal Público, José Manuel Fernandes, e do jornalista José Augusto Moreira, a quem acusou de difamação.
"Iremos ver, em tribunal, quem falou verdade e mentira neste processo sobre a minha participação pessoal no chamado caso do "saco azul", acrescenta.
Diário de Felgueiras, editado por
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terça-feira, novembro 01, 2005
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Caso Felgueiras: PGR diz desconhecer pressões
A Procuradoria-geral da República (PGR) garantiu, ontem, nunca ter tido informação de que magistrados do Ministério Público (MP) tivessem sido pressionados em benefício de Fátima Felgueiras, afirmando ainda desconhecer as atitudes de favorecimento noticiadas, ontem, pelo jornal "Público".As garantias da PGR surgem após o jornal ter destacado que "Souto Moura recebeu denúncias sobre pressões no Ministério Público no caso de Felgueiras". Um alto quadro do MP, que foi também secretário de Estado da Justiça com António Guterres, é suspeito de ter ajudado Fátima Felgueiras, escreve o "Público". Factos denunciados a Souto Moura sem qualquer consequência, destaca ainda.No início de 2003, o procurador-geral terá sido alertado para "as fortíssimas pressões de diversas entidades" colectivas públicas e privadas" numa exposição remetida pelo escritório do advogado Garcia Pereira, como representante das testemunhas que depois passaram a arguidos. Já então, conclui o jornal, eram sugeridas as pressões sobre aquelas testemunhas. E terão sido igualmente relatados factos que envolviam um dos mais altos quadros do MP, que desempenhava funções de secretário-geral da PGR na época em que foi remetida ao então procurador, Cunha Rodrigues, a denúncia anónima que deu origem à investigação do "saco azul".O magistrado em causa é, segundo o jornal, o actual representante de Portugal no Eurojust, José Luís Lopes da Mota. Anteriormente colocado no Tribunal de Felgueiras, é suspeito de ter fornecido à autarca cópia da denúncia enviada a Cunha Rodrigues, numa deslocação ao concelho, em Janeiro de 2000.Em comunicado, a PGR garante ser "a primeira vez que tal facto, ainda que sob a forma de mera suspeição", lhe é trazida ao conhecimento. Notando que é a credibilidade devida à PGR que fica em causa, promete investigar os factos. O ministro da Justiça também afirmou desconhecer as denúncias relatadas.Noutro artigo, o jornal refere que o juiz-conselheiro Almeida Lopes poderá estar envolvido em acções tendentes a que as duas principais testemunhas da acusação alterassem os depoimentos. Confirmada investigação a telefonemaA exposição a Souto Moura menciona, segundo o "Público", conversas telefónicas quando a autarca saiu em liberdade após o primeiro interrogatório. Nomeadamente, que Sousa Oliveira, seu ex-marido, explicou ao assessor de Imprensa da Câmara que acabava de falar para Bruxelas, com o magistrado, actual representante da Eurojust, garantindo que tudo estava tratado e ia correr "muito bem". A PGR confirma que o teor da notícia, no que toca ao telefonema, "coincide" com a informação que lhe fora prestada. Uma denúncia que também é dirigida a Fátima Felgueiras mas não se imputa ao magistrado qualquer infracção. Neste momento, aguarda-se o interrogatório da autarca como arguida.http://jn.sapo.pt/2005/11/01/politica/procuradoria_afirma_desconhecer_pres.html
(JN, 01 de Novembro de 2005)
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José Carlos Pereira
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terça-feira, novembro 01, 2005
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Poema de Vinícius de Moraes

Para isso fomos feitos:
Para lembrar e ser lembrados,
Para chorar e fazer chorar,
Para enterrar os nossos mortos -
Por isso temos braços longos para os adeuses,
Mãos para colher o que foi dado,
Dedos para cavar a terra.
Assim será a nossa vida;
Uma tarde sempre a esquecer,
Uma estrêla a se apagar na treva,
Um caminho entre dois túmulos -
Por isso precisamos velar,
Falar baixo, pisar leve, ver
A noite dormir em silêncio.
Não há muito que dizer:
Uma canção sôbre um berço,
Um verso, talvez, de amor,
Uma prece por quem se vai -
Mas que essa hora não esqueça
E que por ela os nossos corações
Se deixem, graves e simples.
Pois para isso fomos feitos:
Para a esperança no milagre,
Para a participação da poesia,
Para ver a face da morte -
De repente, nunca mais esperaremos...
Hoje a noite é jovem; da morte apenas
Nascemos, imensamente
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José Carlos Pereira
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terça-feira, novembro 01, 2005
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